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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015


VOCÊ JÁ SE SENTIU ASSIM? O salmo 142 é uma oração. Não é uma oração cheia de protocolos e meras palavras bonitas, apesar da beleza poética no salmo. Também não é uma fórmula mágica para ser repetida. É uma oração na qual a alma afligida pela pressão é derramada diante de Deus. Sentimentos confusos são expostos, emoções fortes se pronunciam. Não é uma oração contida, serena. Não! Ela é feita em alta voz.É um brado, um grito, um pedido de socorro de quem já não aguenta mais. VOCÊ JÁ SE SENTIU ASSIM? Na era dos relacionamentos líquidos e superficiais, que resultam em vínculos tênues, fica cada vez mais raro encontrar quem nos ouça atentamente. O salmista se expressa quase como uma criança, essa que mora dentro da gente e, às vezes, se manifesta quando nosso ser adulto se distrai e diz algo como: "ninguém liga para mim" (versículo 4). Há momentos na vida em que, mesmo racionalmente sabendo que algo não é real, nosso sentimento aponta para outra direção. A sensação era de total solidão, como se ninguém no mundo se importasse com o que ele está passando. VOCÊ JÁ SE SENTIU ASSIM? Davi foi um homem contraditório, cometeu muitos erros, colecionou incontáveis inimigos. Talvez ele seja uma boa imagem da incoerência humana presente em todos nós. Mas há algo admirável nele: sua capacidade de expor-se, de abrir o coração e derramar a alma diante de Deus. Ele reconhece que, de fato, Deus é tudo o que ele tem no mundo, e que é o seu refúgio. Em meio às tormentas da vida há tantos "lugares" impróprios onde se refugiar, nas atitudes extremas, no sexo desenfreado, na dependência química, na "piração" ou na religiosidade neurótica. Davi escolheu refugiar-se em Deus e derramar sua alma cansada diante dele, sendo acolhido pelo Deus que jamais se afasta de nós e experimentou sua bondade e sentiu sua alma renovar-se e fortalecer-se. VOCÊ TAMBÉM PODE SE SENTIR ASSIM! NINGUÉM LIGA PARA VOCÊ? ENTÃO LIGUE PARA DEUS!!!

Vejam Só! - O Cordeiro foi morto desde a fundação do mundo?

Pr Paulo Romeiro - 012 [Hebreus] AUDIO

O Falso Evangelho, Pr. Paulo Romeiro comenta

Jesus: deve ou não ser adorado?

Forte Mão - Projeto Sola

Então caí - Projeto Sola

Confiança - Projeto Sola

Redenção - Sola Vol. 1 (HD)

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O ladrao na cruz se converteu por escutar o nome Yeshua?

Sera que nao creio no verdadeiro Jesus?

#0963 O nome de Jesus so' pode ser pregado em hebraico?

O que respondi...: Por que mudaram o nome de Jesus?

O que respondi...: Por que mudaram o nome de Jesus?: https://youtu.be/NF-7-c69yaU Sim o nome é importante, porém existe uma necessidade de traduzi-lo sempre que isso for necessário. Caso co...

Por que mudaram o nome de Jesus?

Prof. Adauto Lourenço - Evolucionismo e Criacionismo pela Ciência!

Fé ou Farsa? | Josemar Bessa


Uma fábria de pessoas rasas e superficiais. Estamos produzindo em massa pessoas rasas e superficiais... e muitos cristãos fazem parte dessa massa... e outros se ainda não fazem, não estão enxergando a profundidade da tragédia de nossa cultura... portanto, não fazem parte ainda por puro acaso. Lendo um livro hoje, me deparei com uma ótima síntese dessa ralidade - numa tradução livre seria: "Ninguém parece ter notado, que a perda de um sentimento de vergonha significa uma perda de privacidade; uma perda de privacidade significa uma perda de intimidade; e uma perda de intimidade significa uma perda de profundidade. E de fato, não há melhor maneira de produzir pessoas rasas e superficiais do que deixá-las viver suas vidas inteiramente a céu aberto, sem ocultação de qualquer coisa. " Bem disse Jeremias: "Ficaram eles envergonhados de sua conduta detestável? Não, eles não sentem vergonha, nem mesmo sabem o que é corar de vergonha" - Jr 8.12.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015


A Predestinação . (1) 1. Um decreto de Deus que afeta as criaturas pode ser tanto geral como específico. 2. O decreto geral é aquele em que ele determinou mostrar a glória de seu poder, sabedoria e bondade na criação e preservação de todas as coisas. 3. O decreto específico, chamado predestinação, é aquele que ele ordena esta glória de sua graça, misericórdia e justiça se revelando nas criaturas racionais, sejam eles eleitos ou réprobos. PROPOSIÇÕES I. Embora a predestinação seja um ato único e absolutamente simples na mente de Deus, todavia, levando em consideração a fraqueza do nosso entendimento, a predestinação como um destino último, pode ser diferenciada da predestinação com respeito aos meios. II. Todos os que estão predestinados para um destino, também têm predestinado os seus meios. (2) 1. A predestinação afeta tanto os anjos como aos homens. 2. A predestinação dos anjos significa que Deus determinou sempre preservar alguns deles em [sua] felicidade original, em Cristo como cabeça,[1] e punir outros eternamente em abandoná-los de seu estado de sua própria harmonia, para revelar a glória de sua graça e justiça. 3. A predestinação dos seres humanos significa que, da raça humana que ele criou à sua própria imagem, mas que caíram em pecado por seu próprio ato, Deus determinou na eternidade salvar alguns por meio de Cristo, mas também condenar eternamente os demais, mantendo-os em sua própria miséria, para que revelassem a glória de sua misericórdia e justiça. 4. Entretanto, há dois aspectos [pars] da predestinação: eleição e reprovação. PROPOSIÇÕES I. A predestinação é num sentido um decreto absoluto e ao mesmo tempo não. II. Ele é absoluto com respeito a sua causa eficiente [causa efficiens impulsiva] o qual nem é a fé do eleito, nem o pecado do réprobo, mas absolutamente a livre vontade de Deus. Nem é a fé ou a santidade prevista a causa da eleição, nem se tornou eleita a pessoa porque creu. Pelo contrário, ele crê porque foi eleito. Em At 13:48 “creram os que estavam ordenados para a vida eterna”. Nem somos escolhidos porque seríamos santos, mas “a fim de que sejamos santos e inculpáveis nele, em amor” (Ef 1:4). Nem é o pecado previsto a causa da reprovação. Se fosse, todos seríamos reprovados. Que Deus agiu sobre a sua absoluta e livre boa vontade [beneplacitum] é evidente em Lc 12:33: “é a boa vontade do Pai dar-lhes o reino”, e de Rm 9:15: “terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia”, e 9:18: “ele tem misericórdia de quem quer, e endurece a quem lhe apraz”. III. Mas o decreto da predestinação não é absoluto com respeito aquilo que ele oferece [materia seu obiectus], nem em relação aos meios pelos quais ele conduz. IV. Aquilo que a predestinação realiza não é o homem considerado absolutamente, mas o homem é quem caiu em pecado pelo seu próprio ato. As razões para isto são óbvias. (1) O decreto pressupõe pecado ao revelar misericórdia e a ira, ou a justiça; a misericórdia é sem sentido exceto na presença do sofrimento, bem como a justiça ou da ira é sem sentido exceto na presença do pecado. (2) Somente a culpa pode ser reprovada. Mas o homem não é culpado quando criado por Deus, senão quando ele foi deformado por Satanás. V. Todavia, o pecado não é a causa da reprovação, mas uma necessária condição no objeto [materia seu obiectus]. Embora ele não seja a causa da reprovação, no entanto, o pecado é uma causa da culpa [causa reprobabilitatis]. A diferença entre ser culpado e ser reprovado é o mesmo que entre potência e ato; todos os homens são culpados por causa do pecado, mas nem todos são réprobos. VI. Portanto, a predestinação pressupõe os seguintes decretos: (1) criar o homem; (2) conceder a imagem de Deus ao homem criado, mas de tal forma que pudesse perde-la; (3) permitir a sua queda. VII. Os meios pelos quais o decreto é conduzido são tais que, embora Deus atue apenas pelo seu beneplácito, todavia, o eleito não tem base para orgulhar-se, nem o réprobo tem fundamento para reclamar. Sobre o primeiro confere imerecida graça, e, sobre o outro reserva punição. VIII. Numerosas questões surgem: (1) Sobre qual direito Deus condena um homem à reprovação, sendo ele sua própria criatura? (2) Por que ele não elege, ou condena igualmente a todos? (3) Por que ele escolhe alguém como Pedro, e condena outro como Judas? A resposta para a primeira questão depende da causa material, que é um homem tão caído como culpado. A resposta da segunda vem do propósito, porque Deus pretende revelar a glória de sua misericórdia e sua justiça. A resposta da terceira vem da causa ativa, porque este é o modo que Deus deseja fazê-lo. Do mesmo modo, seria como perguntar por que um oleiro faz diferentes pratos do mesmo monte de argila, a resposta é encontrada no seu propósito de servir aos muitos usos dos pratos numa casa. Mas se for perguntado por que ele faz um vaso de um pedaço de todo o barro, e um pote de outra parte, a resposta está na causa ativa: isto é o que oleiro quer. IX. Cristo pode ser considerado tanto Deus-homem, ou como o nosso mediador. Do primeiro ponto de vista ele é, com o Pai e o Espírito Santo, a eficiente causa da nossa eleição. De uma segunda perspectiva, ele é o meio de executar a nossa eleição. Portanto, se diz que somos escolhidos em Cristo (Ef 1:4); e de fato, somos conduzidos à salvação por meio dele. O decreto que nos salva é predestinação para um destino final; que é dar Cristo como nosso cabeça, predestinação significando a aplicação. X. As palavras gregas próthesis [propósito], prógnosis [presciência] e proorismós [predestinação], podem ser diferenciadas pelo propósito de instrução, embora sejam muitas vezes usadas como sinônimos. Assim, a palavra próthesis se refere à intenção de salvar, enquanto que prógnosis à livre graça pela qual Deus nos vê como seus, e proorismós designa a predestinação para Cristo e os outros meios da salvação. Rm 8:28-29: “porque sabemos, que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito [katá próthesin]”. “Pois aqueles que ele preconheceu [proégno] ele também predestinou [proórise] para serem conformes à imagem de seu Filho”. XI. Estão errados aqueles que ensinam a doutrina da eleição ao mesmo tempo que negam a reprovação. A Escritura ensina a reprovação do mesmo modo que a eleição. Is 41:9: “eu te escolhi, e não te rejeitei.” Ml 1:2-3: “amei a Jacó, mas odiei a Esaú.” Rm 9:18: “Ele tem misericórdia de quem quer, e endurece a quem lhe apraz.” Rm 11:7: “o eleito é alcançado, e os outros endurecidos.” 1 Ts 5:9: “Deus não nos destinou para a ira, mas para a salvação.” 2 Tm 2:20: “vasos para honra, e outros para desonra.” Jd 4: “desde muito tempo alguns homens dissimulados, foram destinados para a condenação”. XII. Assim como Cristo não é a causa da eleição, mas da salvação, do mesmo modo a incredulidade não é a causa da reprovação, mas da condenação. A condenação difere da reprovação como o meio de realizar um decreto se distingue do próprio decreto. XIII. O propósito da reprovação não é a condenação, mas a revelação da glória da justiça de Deus. Entretanto, o homem não pode alegar que foi criado para ser condenado; pois a condenação pela qual a pessoa foi rejeitada, se conduz para o mal, não é o propósito, mas o meio da execução do propósito de Deus. XIV. Dois atos da reprovação podem ser aceitos com o propósito de instrução: a negação da imerecida graça, que é chamada de preterição, e a entrega da merecida punição, que é chamada de condenação. XV. Ao examinar a nossa eleição pela lógica, faz-se necessário proceder dos meios de realizar do próprio decreto, fazendo a origem de nossa santificação. O argumento é o seguinte: todo aquele que sabe que recebeu o dom da santificação [in se sentit donum] pelo qual morremos para o pecado, e vivemos para a justiça, é justificado, chamado ou habitado com fé verdadeira, e eleito. Mas eu sei [sentio] isto pela graça de Deus; e assim, eu sou justificado, chamado e eleito.[2] XVI. É diabólico o argumento de que se eu sou um eleito, então não necessito de boas obras, e que se eu sou um réprobo, elas são inúteis. Em primeiro lugar, um cristão não precisa decidir se ele é um eleito ou um réprobo; pelo contrário, ele deve examinar a sua fé como um meio de [verificar] a sua eleição. 2 Co 13:5-6 “examinem-se, vejam se realmente estais na fé; provai-vos, a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados. Mas espero reconheçais que não somos reprovados”. Em segundo lugar, este argumento separa assuntos que deveriam ser simples por serem corretamente subordinados, e une conceitos contraditórios. As boas obras devem ser subordinadas à eleição, mas nunca separados dela, bem como elas são os meios que quando realizados, certificam a nossa eleição. É contraditório para qualquer um, que sendo réprobo realizar boas obras.[3] ________________ NOTAS: [1] Sobre a relação dos anjos com Cristo, veja também Francis Turrentin, Loco IV, questão viii. Nota de John W. Beardslee III. [2] Veja Turretin, Locus IV, questões xii, xiii. Nota de John W. Beardslee III. [3] Wollebius define boas obras como sendo “aquelas ações que são realizadas pela graça do Espírito Santo, por causa de uma fé verdadeira e de acordo com as exigências da lei, para a glória de Deus, a certeza da nossa salvação e a edificação do nosso próximo”. Por isso, ele declara que um réprobo é incapaz de realizar boas obras. John W. Beardslee III, Reformed Dogmatics, p. 191. Nota de Ewerton B. Tokashiki. *** Autor: Johannes Wollebius Fonte: Traduzido de Johannes Wollebius, Compendium Theologicae Christianae in: John W. Beardslee III, Reformed Dogmatics: seventeenth-century Reformed Theology through the Writings of Wollebius, Voetius, and Turretin (Grand Rapids, Baker Books, 1977), pp.50-53. Tradução: Rev. Ewerton B. Tokashiki Via: Reformados do Século XVI

Ronaldo Lidório - O afrontamento quanto à vocação

Antonio Carlos Costa - Útil é Ser

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

O Evangelho e a Miséria Humana - Pr. Antônio Carlos

Pr Antônio Carlos Costa - A fé sem obras é morta


https://twitter.com/GercinoPE_SP

Nilton Câmara ensinando sinais bíblicos

A IMPORTÂNCIA DAS TRADIÇÕES - Pr. Antônio Carlos Costa

O mundo gospel não anda bem

comunique: PAZ NA TERRA

comunique: PAZ NA TERRA

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Ler, Explicar e Aplicar o Texto Bíblico - Hernandes Dias Lopes

Você entende esse versículo? (1Sm 24.10): Ungido do Senhor

Você entende esse versículo? (Hb 12.15): Raiz de amargura

Você entende esse versículo? (2Co 3.6): A letra mata

Você entende esse versículo? (Jl 1.4): O devorador

Você entende esse versículo? (Sl 37.4): Desejos do coração

Nosso Cartão de Natal 2015 [em vídeo]

quinta-feira, 19 de novembro de 2015


ACHAR QUE TUDO O QUE OUVIMOS É VERDADEIRO, QUE NUNCA HÁ SEGUNDA INTENÇÃO DO INTERLOCUTOR, É VIVER INGENUAMENTE, COM SÉRIAS CONSEQUÊNCIAS PARA NOSSA VIDA. VIGILÂNCIA TER COM RELAÇÃO A TUDO O QUE LEMOS, OUVIMOS E APRENDEMOS DE OUTROS SERES HUMANOS, PARA NÃO SERMOS ENGANADOS. - NÓS PRECISAMOS ESTAR ATENTOS A DOIS ASPECTOS COM RELAÇÃO A TUDO O QUE OUVIMOS E LEMOS: 1- SE QUEM NOS FALA OU ESCREVE CONHECE A FUNDO O ASSUNTO, É ESPECIALISTA COMPROVADO, PESQUISOU ELE PRÓPRIO O TEMA, SABE DO QUE ESTÁ FALANDO OU É NO FUNDO UM IDIOTA QUE OUVIU FALAR E SIMPLESMENTE ESTÁ REPASSANDO O QUE LEU E OUVIU, SEM ACRESCENTAR ABSOLUTAMENTE NADA. 2- SE O AUTOR ESTÁ DELIBERADAMENTE MENTINDO. AUMENTAR A NOSSA VIGILÂNCIA É UMA NECESSIDADE CADA VEZ MAIS PREMENTE NUM TEMPO QUE TODOS OS GURUS CHAMAM DE "ERA DA INFORMAÇÃO". DISCORDO PROFUNDAMENTE DESSES GURUS, ESTAMOS NA REALIDADE NA ERA DA DESINFORMAÇÃO, DE TANTO LIXO, QUE SÃO TRANSMITIDOS DIARIAMENTE POR BLOGS, CHATS, PODCASTS E INTERNET, SEM A MENOR VIGILÂNCIA EPISTÊMICA DE QUEM OS COLOCA NO AR. É MAIS UMA CONSEQUÊNCIA DESSA VISÃO NEOLIBERAL DE QUE TODOS TÊM LIBERDADE DE EXPRESSAR UMA OPINIÃO, COMO SE OPINIÕES NÃO PRECISASSEM DE RIGOR CIENTÍFICO E EPISTEMOLÓGICO ANTES DE SEREM EMITIDAS. INFELIZMENTE NOSSAS UNIVERSIDADES NÃO ENSINAM EPISTEMOLOGIA, AQUELA PARTE DA FILOSOFIA QUE NOS PROPÕE INDAGAR O QUE É REAL, O QUE DÁ PARA SER MENSURADO OU NÃO, E ASSIM POR DIANTE. NINGUÉM NOS ENSINA NEM NOS AJUDA A SEPARAR O JOIO DO TRIGO. FOI POR ISSO QUE AS "ELITES" INTELECTUAIS DA FRANÇA, ITÁLIA E INGLATERRA NO SÉCULO XIV CRIARAM AS VÁRIAS UNIVERSIDADES COM CATEDRÁTICOS ESCOLHIDOS CRITERIOSAMENTE, JUSTAMENTE PARA SERVIR DE FILTROS E PROTEGER SUAS CULTURAS DE CRENDICES, RELIGIÕES OPORTUNISTAS E ESPERTOS PREGANDO MENTIRAS. - HOJE, ESSA ELITE NÃO É MAIS LIDA, PRESTIGIADA, ESCOLHIDA, ENTREVISTADA NEM OUVIDA EM PRIMEIRO LUGAR. PELO CONTRÁRIO, ESTÁ LENTAMENTE DESAPARECENDO, COM SÉRIAS CONSEQUÊNCIAS! STEPHEN KANITZ É ADMINISTRADOR. www.kanitz.com.br

A Guerra é contra Cristo: Uma Resposta aos abortistas

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Predestinação! - C. H. Spurgeon - Sermão n° 241

Os Mistérios da Predestinação! C. H. Spurgeon

7 Características dos Falsos Mestres | Thomas Brooks (1608-1680)

As Marcas de Cristo!

Reinaldo Azevedo comenta sobre Jean Willys

A Perseverança dos Santos | O Pensamento antitético | Josemar Bessa

Graça Irresistível | Uma Igreja em declínio | Josemar Bessa

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

#OuvindoNaLognPlay DIFUSORA BÍBLICA ALIANÇA DO VALE via @lognplay

#OuvindoNaLognPlay DIFUSORA BÍBLICA ALIANÇA DO VALE via @lognplay

Corgem para ser diferente parte 2

Corgem para ser diferente parte 2

Corgem para ser diferente parte 1

Corgem para ser diferente parte 1

CHICH CHOE LUA SONG HOT NHAT

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

153 Anos do Congregacionalismo Brasileiro


Todo Crente deveria ouvir Este Louvor - Fará parte de sua benção hoje....e de arrepiar

Posted by Pr Jean Pentecoste on Segunda, 2 de março de 2015

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

A Geração de Evangélicos que Trocou a Bíblia Pela Heresia 2

A Geração de Evangélicos que Trocou a Bíblia pela Heresia

12/03/1981 - Corinthians-SP 1x4 Santa Cruz-PE - Campeonato Brasileiro

Dr. Fabio Augusto - Coração Fiel (Cd Coração Fiel - Paulinas/Comep)

JOSEMAR BESSA: Deus zomba do culto em que o deus depende do adora...

JOSEMAR BESSA: Deus zomba do culto em que o deus depende do adora...: Em seu primeiro sermão, com apenas 20 anos de idade, Spurgeon disse:  “O estudo próprio do cristão é o da Deidade. A mais alt...

sexta-feira, 14 de agosto de 2015


ELEIÇÃO INCONDICIONAL. Os arminianos modernos sustentam que eleição é a aceitação de Deus daqueles a quem previu que creriam nEle. Deus elegeu a quem previamente viu que aceitaria a salvação. Os antigos evitavam qualquer menção a uma eleição individual, consentindo tão só que Deus elegeu os crentes, os que cressem, para a salvação. Para os calvinistas, a seu turno, a eleição é incondicional. Vale dizer, a eleição não está baseada em qualquer previsão divina quanto à aceitação humana de Sua vontade. As reações positivas ao chamado de Deus resultado da eleição, e não sua causa. Essa posição é tão só desdobramento lógico do que ensinamos sobre a depravação total. Se o homem está morto, cego, cativo, impossibilitado de salvar-se, é óbvio que a solução para essa condição não pode estar nele próprio. Todavia, observamos que a doutrina da eleição incondicional não resulta de mera dedução lógica, mas da observação séria das Escrituras. É doutrina que todo aquele que respeita a Bíblia como Palavra de Deus deverá considerar. Colocaremos o ensino da eleição como segue: 2.1. Deus, o Pai, é seu Autor (Ef 1:4). 2.2. A natureza da eleição: eleger é tomar para si, escolher dentre tantas outras possibilidades. 2.3. O objeto da escolha: gente dentre a massa da humanidade caída (Ap 5:9). Nunca é ensinado nas Escrituras que a humanidade toda é objeto da eleição. 2.4. A causa da eleição: é certo que a causa da eleição não pode estar no próprio homem (Dt 10:14-15; Dt 7:6-7; Rm 9:11-13; I Co 1:26-29; II Tm 1:8,9). Ou seja, podemos asseverar indubitavelmente que a eleição não foi condicionada por nada que Deus tivesse previamente visto no homem. A razão da eleição está no próprio eterno, perfeito e imutável desígnio de Deus (Jo 5:21; Jo 15:16; Rm 8:28-29; Mc 3:13; Ef 1:11; Is 46:9-11). A razão está no amor incompreensível de Deus! 2.5. O propósito da eleição: a salvação. Eleição e salvação se relacionam como causa e efeito deste modo: são salvos os que foram eleitos (Ef 1:4). Destarte, os homens crêem por haverem sido eleitos (Jo 10:26; Tt 1:1; At 13:48), porquanto tão só os eleitos são salvadoramente restaurados (Mt 13:11; 11:25, 26; At 16:14). Vale repetir, nossa fé resulta de termos sido eleitos. Os eleitos que ainda não são salvos, o serão, verdade extremamente encorajadora à evangelização da igreja (At 18:10). 2.6. A eleição é imutável: os eleitos não podem perder-se (Jo 6:39; Rm 8:30). Em termos apocalípticos, os eleitos são vencedores (Mc 13:20; Ap 7:3; 17:14), enquanto que os não eleitos seguem a besta (Ap 13:8; 17:8). 2.7. O tempo da eleição: antes da fundação do mundo, o que resulta no fato de que a glória pela salvação dos perdidos é exclusivamente divina (Ef 1:4-5). Cristo se referiu aos eleitos como aqueles que lhe foram dados (Jo 6:39; 17:2, 9, 11, 24), uma clara alusão ao decreto eterno do Soberano que determinou a salvação do Seu povo. 2.8. Sua consequência natural: a predestinação. Deus, em Cristo, prefixou o destino daqueles a quem escolheu (Ef 1:4,5; Rm 8:29). 2.9. O fundamento: Cristo. O “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap. 13:8), mereceu para nós a bênção da eleição.

GRAÇA IRRESISTÍVEL. Para os arminianos, Deus quereria que todos os homens fossem salvos. E, assim como Cristo teria morrido por todos os homens (sem salvar efetiva e especificamente a ninguém), o Espírito Santo teria sido enviado para atrair todos os homens a Cristo, sem exceção. Ocorre, no entanto, que o homem não está realmente morto. Ele permanece um ser livre, capaz de aceitar a oferta da salvação. Também permanece livre para rejeitar a graça de Deus, e, desse modo, frustrar o intento divino de salvá-lo. Para os calvinistas, noutro giro, considerando que a eleição é incondicional (não baseada em fé ou obras previstas por Deus); considerando que o homem é totalmente depravado (portanto, incapaz de aceitar a oferta da graça); e considerando ainda que Cristo morreu para efetivamente salvar os eleitos (e os salvou/salvará de fato), segue-se que o Espírito Santo há de eficazmente aplicar a salvação de Cristo ao coração dos eleitos, o que os calvinistas chamam de “graça irresistível” ou “chamada eficaz” ou “interna”. “Graça irresistível” implica dizer que quando Deus se dispõe a salvar alguém (decisão já firmada na eternidade passada), Ele alcança Seu intento. Significa dizer que Seu plano salvador é infalível, que Seus meios para salvar cada um dos eleitos são eficazes (I Pe 1:15; 2:9; 5:10; Gl 1:15). Pensemos a respeito a partir das seguintes proposições: 4.1. A salvação é fruto da vontade onipotente de Deus (Dn 4:35; Ef 1:2). 4.2. A Bíblia menciona a existência de dois chamados: um externo, o chamado da igreja, e outro interno, eficaz, no interior de quem Deus há de salvar (Mt 22:14; Mt 11: 25-27). 4.3. O chamado interior é sempre eficaz (Rm 8:28-30; I Co 1:24, 26; Jo 6:37, 44-45; Dt 30:6; Ez 36:25-27; Jr 31:33-34; Jo 1:12-13) e realiza-se através da regeneração do pecador (Tt 3:5; I Jo 5:1).