quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025
PRECISAMOS DE AVIVAMENTO ESPIRITUAL
sábado, 7 de maio de 2022
As Mãos de Esaú
sexta-feira, 15 de abril de 2022
Jesus Sentiu Tristeza na Alma e Não Medo
quinta-feira, 14 de abril de 2022
Jesus Ao Orar no Getsemani Suou Sangue?
sábado, 6 de agosto de 2016
Ouvir a voz de Deus
A Palavra de Deus diz:
“De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.”
Romanos 10:17
A palavra de Deus, iluminada pelo Espírito Santo, é o único meio verdadeiro de transformar o coração humano. A salvação é pela fé, enquanto que a mudança completa da mente é um processo contínuo que ocorre através da Palavra. Os discípulos devoram a Palavra de Deus porque nela está a chave para um relacionamento mais dinâmico com o Deus vivo e um maior acesso ao Espírito Santo.
Sua fé crescerá na proporção em que você se alimentar da Palavra de Deus. Se dedique à Palavra de Deus para ser transformado numa pessoa santa, radicalmente parecida com Cristo e radicalmente diferente do mundo. Permita que a Palavra de Deus e o Espírito Santo transformem radicalmente o seu jeito de pensar, mudando completamente sua mente para fazer a vontade de Deus.
“Portanto, a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem vem por meio da pregação a respeito de Cristo.”
Deus Te Abençoe!
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Ascensão de Cristo
Leitura Bíblica: Lucas 24.40-53
...por que vocês estão olhando para o céu? (At 1.11a)
Feriado em muitos países, quarenta dias após a Páscoa, o dia de hoje comemora a subida de Cristo aos céus. Após ressuscitar, Jesus apareceu várias vezes aos seus discípulos: conversou e comeu com eles, dirimiu dúvidas, restaurou-lhes a fé, encheu-lhes o coração de alegria e esperança. Daí, partiu, mas prometeu que o Espírito Santo os guiaria, como ele mesmo os guiara e ensinara enquanto viveu na terra. Assim, abençoou-os e ordenou que vivessem da mesma forma como ele (Jesus) viveu, pregando a boa notícia do amor de Deus por todo ser humano.
A partida de um líder e amigo amado pode ser muito triste. Mas Lucas diz que os discípulos voltaram para Jerusalém com grande alegria após estarem com Jesus. Dez dias depois, o livro dos Atos dos Apóstolos conta que os discípulos estavam reunidos quando o Espírito Santo veio sobre eles e os encheu de poder, coragem e autoridade espiritual. Já não estavam mais dominados pelo medo, timidez ou pelas preocupações políticas relativas a Israel. Agora eles sentiam a presença viva de Cristo com eles, impulsionando-os a viver e demonstrar o amor de Deus pelas pessoas, tal como Jesus fizera, rompendo toda sorte de preconceitos sociais, raciais, políticos ou religiosos e levando ao mundo a mensagem de Deus.
Os discípulos não ficaram olhando pra cima, para onde Jesus se foi. Não se alienaram focando no céu, mas se concentraram na missão que tinham na terra – a mesma de Cristo. Esse dia da Ascensão nos convida a refletir nisso: onde está o nosso foco? Qual o propósito da nossa vida? Apenas em suprir o que nosso coração anseia, ou queremos que o Espírito Santo de Deus nos impulsione a algo maior pelo bem da humanidade? Hoje é um dia em que podemos abençoar a vida de alguém seguindo o exemplo de Cristo, que deixou seu Espírito para nos ensinar a viver com as mesmas ênfases com as quais ele viveu e a ver as pessoas como ele as via: com amor! – WMJ
As pessoas à sua volta enxergam você como um legítimo representante de Jesus, cheio de seu Espírito?
sábado, 23 de abril de 2016
Louvores
Leitura Bíblica: 1 Pedro 1.3-8
[Deus] nos regenerou ... para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor. Herança guardada nos céus para vocês (1Pe 1.3,4).
Este lindo texto nos apresenta várias razões para louvar a Deus. Às vezes prestamos louvor por bênçãos terrenas, mas aqui temos louvores por bênçãos celestiais. É um trecho muito parecido com a oração do Pai Nosso, onde não há pedidos de bens materiais.
Pedro cita a grande misericórdia de Deus como motivo. Depois entoa louvores por nos regenerar para uma viva esperança. Se a regeneração não nos desse nenhuma esperança, de nada teria valido. A falta de esperança é um dos grandes males da humanidade. Alguns buscam esperança em objetivos somente válidos para esta vida, mas à medida que o fim surge no horizonte, chegam os dias de que dizemos “não tenho satisfação neles” (Ec 12.1).
Outro motivo de louvor também é a herança prometida. As heranças terrenas correm risco de não se realizarem e por vezes trazem conflitos e mais tristezas que alegrias. A herança eterna oferece descanso e não consome energias, mas libera-nos cada vez mais para o serviço de Deus.
O texto é tão voltado para o mundo celestial que a fé é enaltecida ao máximo. Ela é mais preciosa que o ouro e traz um fruto inigualável: a salvação da nossa alma. Conforme as profecias, o dia da vinda do nosso Senhor Jesus Cristo será horroroso para muitos, mas para os cristãos será de honra, louvor e glória. Será o fim de todos os sofrimentos e perseguições. Se tirássemos os olhos dos bens terrenos e olhássemos para os tesouros celestiais à nossa disposição, seguros, protegidos e inalteráveis, sem dúvida nossa vida espiritual ganharia um glorioso impulso. Teríamos uma nova perspectiva de vida, com muito mais valor e conteúdo. Louvemos a Deus desde já pelas bênçãos a nós reservadas no porvir. – MJT
Olhar só para bênçãos desta terra é olhar pela janela errada.
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Presente Diário "Tema: Liberdade"
Liberdade
Leitura Bíblica: João 8.25-32
Falem e ajam como quem vai ser julgado pela lei da liberdade (Tg 2.12).
Tiradentes é chamado de “mártir da Inconfidência Mineira”. De fato, estava engajado num movimento que pretendia libertar Minas Gerais da opressão da Coroa portuguesa, que cobrava altos impostos e explorava as riquezas locais. Ao ser traído, junto com seus companheiros, a “corda” arrebentou do lado mais fraco – o dele – que, diferente dos demais participantes, não tinha recursos nem influência e acabou assumindo a culpa pelo movimento. Dizem os estudiosos que sua figura se tornou heróica nos primeiros anos da República. Em alguns momentos, sua imagem foi comparada até mesmo com Cristo, retratado com cabelos longos e barba, algo que, por ele ter sido militar, certamente não correspondia aos fatos. Será que há semelhanças entre ambos?
Não aceito por muitos religiosos de sua época, Jesus Cristo veio libertar o povo de um sistema opressor de crenças, focado em inúmeras leis e observâncias e que fazia do templo um lugar de negócios, corrompido em sua liderança, distanciando o ser humano do relacionamento com Deus. Este sistema religioso era, ainda por cima, conivente com o domínio romano em Israel. O povo ansiava por sua libertação política – achavam que Jesus faria isso – mas o que ele realmente queria era livrar as pessoas do domínio do pecado que destrói nossa vida, afastando-nos de Deus.
Por amor a nós, ele aceitou ser a parte mais fraca da “corda”, morrendo por culpas que não eram suas. Foi martirizado e assumiu o nosso lugar, tomando sobre si o peso dos nossos pecados e erros. Tiradentes morreu por seu país por causa de seu ideal político – e infelizmente só anos depois o Brasil conseguiu se libertar de seus dominadores. Mas Jesus morreu por um ideal eterno: seu amor por toda a humanidade. Com sua morte e ressurreição,verdadeiramente nos libertou, de todos e de tudo o que nos aprisiona e nos desumaniza. Ele nos libertou para si mesmo! – WMJ
A liberdade conquistada por Jesus está disponível hoje – ela não é tardia!
terça-feira, 19 de abril de 2016
Conhecimento
Leitura Bíblica: Oseias 4.1-9
Conheçamos o Senhor; esforcemo-nos por conhecê-lo (Os 6.3a).
O texto que lemos hoje parece um retrato de nosso cotidiano: a cada dia somos surpreendidos com mais corrupção, maldade e violência. Soube de um motorista de guincho que espalhava óleo na estrada para depois socorrer os que se acidentassem... Chegamos a um ponto em que o lucro importa mais que pessoas!
Deus aponta a causa do problema: não havia conhecimento de Deus, ou seja, as pessoas não se relacionavam com ele nem queriam saber sua vontade. Nem mesmo os sacerdotes o buscavam – aqueles que deviam ensinar o povo não estavam dispostos a aprender; quando buscavam conselhos era com ídolos de madeira (v 12)... Estavam tão perdidos e envolvidos com idolatria quanto os outros que seguiam seu mau exemplo. Quando a liderança religiosa está tão cega e distante de Deus, como poderá conduzir alguém a ele?
Hoje não é muito diferente: frequentemente alguém diz que estudar a Bíblia ou teologia é perder tempo, já que ainda há tantos a alcançar com o evangelho. A urgência faz com que a mensagem proclamada seja superficial e, pior, sem coerência com o que se vive. Isso apesar de termos tanto acesso à informação de todo tipo e em vários meios. O problema não é a falta, mas talvez o excesso. Muitas vezes leio tanto que depois não sei mais onde vi aquela informação que chamou minha atenção. Nossa leitura pode ser tão diversa que às vezes a Bíblia fica de lado ou é apenas mais um livro... Porém, para conhecer a Deus é preciso estudar sua Palavra! Sua mensagem é a única que transforma vidas e nos impede de seguir o ritmo do mundo sem Deus. Buscar a Deus nunca será perder tempo! Quanto aos líderes cristãos, devem dar exemplo de conhecimento bíblico e, principalmente, da aplicação deste na vida diária. Se dissermos que Deus é nosso amigo e, mais que isso, senhor de nossa vida, precisamos a cada dia crescer nesse relacionamento. Dedique-se a isso! – VWR
Conhecer sem praticar é inútil; praticar sem conhecer é perigoso.
sábado, 16 de abril de 2016
As ovelhas conhecem a voz do pastor
Jesus, o bom pastor João 10, 1-21
1 Em verdade, em verdade vos digo: quem não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador.
2 Mas o que entra pela porta é o pastor das ovelhas.
3 A este o porteiro abre; e as ovelhas ouvem a sua voz; e ele chama pelo nome as suas ovelhas, e as conduz para fora.
4 Depois de conduzir para fora todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz;
5 mas de modo algum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.
6 Jesus propôs-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que era que lhes dizia.
7 Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas.
8 Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram.
9 Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.
10 O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.
11 Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
12 Mas o que é mercenário, e não pastor, de quem não são as ovelhas, vendo vir o lobo, deixa as ovelhas e foge; e o lobo as arrebata e dispersa.
13 Ora, o mercenário foge porque é mercenário, e não se importa com as ovelhas.
14 Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem,
15 assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.
16 Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco; a essas também me importa conduzir, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um rebanho e um pastor.
17 Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar.
18 Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai.
19 Por causa dessas palavras, houve outra dissensão entre os judeus.
20 E muitos deles diziam: Tem demônio, e perdeu o juízo; por que o escutais?
21 Diziam outros: Essas palavras não são de quem está endemoninhado; pode porventura um demônio abrir os olhos aos cegos?
quinta-feira, 7 de abril de 2016
O Véu
Leitura Bíblica: Êxodo 26.31-35; Hebreus 9.1-10
O véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo (Mc 15.38).
É interessante entender o contexto do véu mencionado na leitura de hoje. Deus queria se fazer presente entre o seu povo, Israel, mas como ele – Deus – é santo, não poderia conviver com o povo pecador. Então mandou que fosse feito o Tabernáculo, que passou a simbolizar a presença de Deus no meio dos israelistas. No Lugar Santíssimo ou Santo dos Santos ficava a arca da aliança, sinal de sua presença. Quem entrasse ali impuro morreria na hora, por isso só o sumo sacerdote entrava ali uma vez por ano, e isto só depois de ter passado por um cerimonial de purificação.
Tudo isso é interessante saber, mas o que tem a ver conosco? Tudo. Conforme o versículo em destaque, na hora da morte de Jesus o véu se rasgou, isto é, o caminho para Deus foi aberto. Foi o próprio Deus que rompeu aquela separação, pois o véu se rasgou de alto a baixo. Jesus, que é o Caminho (Jo 14.6), cumpriu a sua missão, tornou o caminho a Deus acessível a todos nós por meio de sua morte e ressurreição. Jesus levou sobre si os nossos pecados para que estes não mais nos impeçam de chegar a Deus. Por meio de Jesus Cristo temos acesso direto a Deus, sem precisar marcar hora, sem perder tempo, algo instantâneo. Que alegria: não precisamos passar por nenhum cerimonial, mas simplesmente, em qualquer lugar em que estivermos, podemos falar com Deus pelo tempo que quisermos. O apóstolo Paulo nos anima a manter constante comunhão com Deus – “Orem continuamente” (1Ts 5.17).
Muitas pessoas ainda não se conscientizaram de que o véu se rasgou e que podem se achegar a Deus. É pena, pois Deus já fez a sua parte para todos viverem em comunhão com ele. Basta a pessoa crer que Cristo morreu por ela, levou sobre si os seus pecados, confessá-los a Deus e receber o perdão e a vida eterna. Parece muito simples, e de fato o é, pois Jesus Cristo já fez a parte difícil. – HK
Não deixe nenhum véu separar você do amor e da presença de Deus. Ele ama você e quer se fazer presente em sua vida.
terça-feira, 22 de março de 2016
Lindo E-mail
Em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna (Jo 6.47, ara).
Na internet circulam mensagens com o título “O mais lindo e-mail”. São mesmo lindas, falam de amor, paz, esperança, etc. e perfumam aquele mundo virtual.
Há, também, uma mensagem enviada sem cópia oculta, sem senha, livre para todos lerem. Ela não chegou via computador, pois foi entregue há uns 2000 anos, escrita em papiro, mas ainda circula. Nunca foi recusada por caixas de entrada cheias ou endereços inválidos ou por ser muito pesada. Aliás, ela é bem leve: apenas 28 singelas palavras que oferecem paz, segurança e alegria. É eterna, sem prazo de validade e, uma vez lida, fica arquivada em nosso coração. A mensagem está disponível num site chamado Bíblia. Procure o link “Novo Testamento” e acesse a opção “Evangelho de João”. Lá você a encontrará no capítulo 3, verso 16, assim: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Esse é, de fato, o mais lindo “e-mail” da história, porque fala do amor que fez Deus sacrificar o próprio Filho por nós, espiritualmente mortos (Ef 2.1). Ele revela um Deus que nos ama e oferece vida eterna aos que creem no seu Filho, Jesus. Tudo que ele pede é o seu amor e fidelidade. Ah, importante: a mensagem não contém vírus, não causa danos nem apagará nenhum arquivo seu, a não ser aqueles contaminados por pecado. Esses ele apaga para sempre. E ainda renova os outros arquivos de sua vida, tudo de graça. Também não invade nada, como aqueles indesejáveis “spams”. O remetente só entra em sua vida se você lhe abrir a porta do coração. Ele diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo” (Ap 3.20). Você vai abrir a porta para Jesus? Ele quer ser adicionado à sua relação de amigos e incluir seu nome em sua lista de entrada na vida eterna. – MNL
Nosso relacionamento com Jesus independe de conexões terrenas; nosso acesso a ele é gratuito e eterno.
sexta-feira, 18 de março de 2016
Existem Evidências Históricas para a Ressurreição de Jesus?
- O sepultamento de Jesus.
- A descoberta de seu túmulo vazio.
- Suas aparições post-mortem.
- A origem da crença dos discípulos em sua ressurreição.
Agora, vamos analisar este primeiro ponto mais de perto. Eu quero compartilhar quatro fatos que são largamente aceitos pelos historiadores atualmente.
Fato #1: Após sua crucificação Jesus foi sepultado por José de Arimatéia em uma tumba. Os historiadores sustentam este fato baseando-se em evidencias como:
1. O sepultamento de Jesus é atestado multiplamente por fontes primitivas independentes – Nós temos quatro biografias de Jesus, por Mateus, Marcos, Lucas e João, que formam o Novo Testamento juntamente com várias cartas do apóstolo Paulo. O relato do sepultamento é uma parte do relato de Marcos sobre a história do sofrimento e morte de Jesus. Trata-se de uma fonte muito próxima aos acontecimentos que provavelmente é baseada no testemunho de um observador dos eventos e que, sobre a qual, o comentarista Rudolf Pesch data para algum momento entre sete anos após a crucificação. Além disso, Paulo cita uma fonte extremamente antiga para o sepultamento de Jesus que a maioria dos estudiosos data para algum momento entre cinco anos após a crucificação de Jesus. Testemunhos independentes sobre o sepultamento de Jesus por José de Arimatéia são também fundamentados nas fontes por trás de Mateus e Lucas e o evangelho de João, para não citar o evangelho apócrifo de Pedro. Assim, nós temos pelo menos cinco notáveis fontes independentes sobre o sepultamento de Jesus, algumas extremamente próximas ao evento da crucificação.
2. Como um membro do Sinédrio Judaico que condenou Jesus, José de Arimatéia provavelmente não é uma invenção cristã – Existia uma hostilidade compreensível no início na igreja em relação aos líderes judeus. Aos olhos dos cristãos, eles planejaram a condenação judicial de Jesus. Assim, de acordo com o estudioso do Novo Testamento Raymond Brown, o sepultamento de Jesus por José é “muito provável”, uma vez que é “quase inexplicável” porque os cristãos inventariam uma história sobre um membro do Sinédrio Judaico que fez um bem a Jesus1.
Por estas e outras razões, a maioria dos críticos do Novo Testamento concordam que Jesus foi sepultado por José de Arimatéia em uma tumba. De acordo com John A. T. Robinson da Cambridge University, o sepultamento de Jesus em sua tumba é “um dos mais antigos e melhor-atestados fatos sobre Jesus”2.
Fato #2: No domingo após a crucificação, a tumba de Jesus foi encontrada vazia por um grupo de seguidoras de Jesus. Entre as razões que levaram a maioria dos estudiosos a esta conclusão estão:
1. A tumba vazia também é atestada multiplamente por fontes antigas independentes – A fonte de Marcos não terminou com o sepultamento, mas com a história da tumba vazia, que está ligada à história do sepultamento verbal e gramaticalmente. Além disso, Mateus e João contêm fontes independentes sobre a tumba vazia; esta história também é mencionada nos sermões nos Atos dos Apóstolos (2.29; 13.36); e esta é implícita por Paulo em sua primeira carta à igreja de Corinto (I Co. 15.4). Assim, novamente nós temos múltiplas fontes antigas atestando o fato da tumba vazia.
2. A tumba foi descoberta vazia por mulheres – Na sociedade judaica patriarcal o testemunho de mulheres não possuía consideração. De fato, o historiador judeu Josefo disse que não era permitido às mulheres servirem como testemunhas em um tribunal judaico. À luz deste fato, quão extraordinário é o fato de terem sido mulheres quem descobriram a tumba vazia de Jesus. Qualquer invenção posterior certamente colocaria discípulos homens como Pedro e João como descobridores da tumba vazia. O fato de terem sido mulheres, mais do que homens, que descobriram a tumba vazia, é melhor explicado pelo fato de que elas eram as principais testemunhas para o fato da tumba vazia, e os escritores dos evangelhos sinceramente relataram isto, para eles, a descoberta da tumba pelas mulheres foi um fato incomodo e embaraçoso.
Eu poderia continuar, mas eu acho que foi dito o suficiente para indicar porque, nas palavras de Jacob Kremer, um especialista austríaco sobre a ressurreição, “a confiabilidade das narrativas bíblicas em relação à tumba vazia é sustentada firme-mente pela grande maioria dos exegetas”3.
Fato #3: Em diferentes ocasiões e sobre várias circunstâncias diferentes indivíduos e grupos de pessoas experimentaram aparências de Jesus ressuscitado da morte. Este é um fato que é virtualmente reconhecido universalmente pelos estudiosos, pelas seguintes razões:
1. A lista de Paulo das testemunhas oculares das aparições do Jesus ressurreto garante que tais aparições ocorreram – Paulo nos diz que Jesus apareceu para seu principal discípulo Pedro, então para o grupo dos apóstolos conhecido como “os doze”; então depois ele apareceu para um grupo de 500 discípulos de uma só vez, então para seu irmão mais novo Tiago, que até então era aparentemente um descrente, então para os discípulos. Finalmente, Paulo acrescenta, “ele apareceu também a mim”, quando Paulo era ainda um perseguidor de cristãos (I Co 15.5-8). Dado o momento no qual Paulo escreveu tais informações, bem como sua familiaridade com as pessoas envolvidas, estas aparições não podem ser desconsideradas como simples lendas.
2. Os relatos das aparições nos evangelhos provêm múltiplas e independentes atestações das aparições – Por exemplo, a aparição a Pedro é atestada por Lucas e Paulo; a aparição aos “doze” é atestada por Lucas, João e Paulo; e a aparição para as mulheres é atestada por Mateus e João. As narrativas das aparições alcançam tantas fontes independentes que não se pode racionalmente negar que os primeiros discípulos tiveram tais experiências. Assim, até mesmo o crítico cético do Novo Testamento Gerd Lüdemann conclui, “Pode ser tomado como historicamente certo que Pedro e os discípulos tiveram experiências após a morte de Jesus nas quais Jesus apareceu a eles como Cristo ressurreto”4.
Finalmente,
Fato #4: Os discípulos de repente e sinceramente começaram a acreditar que Jesus havia ressuscitado dos mortos não obstante suas muitas predisposições para o contrário. Pense na situação que os discípulos encararam após a crucificação de Jesus:
1. Seu líder estava morto – E as expectativas judaicas messiânicas não continham a idéia de um Messias que, ao invés de triunfar sobre os inimigos de Israel, seria vergonhosamente executado pelos seus inimigos como um criminoso.
2. Crenças judaicas sobre o além-vida excluíam a possibilidade de qualquer pessoa ressuscitando da morte para a glória e imortalidade antes da ressurreição geral da morte no fim do mundo – Todavia, os discípulos repentinamente começaram a crer tão fortemente que Deus ressuscitou Jesus de dentre os mortos que eles se dispuseram a morrer pela verdade desta crença. Mas então surge a questão óbvia: O que no mundo fez-los acreditar em algo tão antijudeu e estranho? Luke Johnson, um estudioso do Novo Testamento na Emory University, comenta, “Alguma espécie de experiência poderosa e transformativa é necessária para gerar o tipo de movimento como o do cristianismo primitivo”5. E também N. T. Wright, um eminente estudioso britânico, conclui, “Esta é a razão porque, como um historiador, eu não consigo explicar o surgimento do cristianismo primitivo a não ser por Jesus ressuscitando, deixando uma tumba vazia para trás”6.
Em resumo, existem quatro fatos que são reconhecidos pela maioria dos estudiosos: o sepultamento de Jesus, a descoberta do túmulo vazio, suas aparições post-mortem, e a origem da crença dos discípulos em sua ressurreição.
Agora, em uma publicação mais antiga, Dr. Ehrman expressou ceticismo sobre estes fatos. Ele insistiu que não podemos afirmar esses fatos7. Por que não? Bem, ele apresentou duas razões:
Primeiro, ele diz, historiadores não dizem que um milagre provavelmente ocorreu. Mas aqui ele estava obviamente confundindo a evidência para a ressurreição com a melhor explicação para a evidência. A ressurreição de Jesus é uma explicação miraculosa para a evidência existente. Mas a evidência em si não é milagrosa. Nenhum destes quatro fatos é de alguma forma sobrenatural ou inacessível para um historiador. Para prover uma analogia, você sabia que após o assassinato de Abraham Lincoln, houve uma conspiração para roubar seu corpo enquanto este estava sendo transportado por trem de volta a Illinois? Agora, os historiadores obviamente vão querer saber se esta conspiração falhou ou não. O corpo de Abraham Lincoln sumiu do trem? O corpo foi enterrado com sucesso em uma tumba em Springfield? Seus assessores próximos, como o Secretário de Guerra Stanton ou o Vice-Presidente Johnson, afirmaram ter visto aparições de Lincoln após sua morte? Estas são questões que qualquer historiador pode investigar. E o mesmo ocorre em relação aos quatro fatos sobre Jesus.
Mas Professor Ehrman tinha uma segunda razão que justificasse seu pensamento de que historiadores não podem afirmar estes fatos: os relatos dos Evangelhos destes eventos são irremediavelmente contraditórios. Mas o problema com esta linha de argumentação é que ela assume três coisas: (i) que as inconsistências são mais insolúveis do que simplesmente aparentam; (ii) que as inconsistências negam a parte mais importante da narrativa mais do que em relação aos detalhes secundários e periféricos; e (iii) que todas as narrativas possuem a mesma confiabilidade histórica, desde que a presença de inconsistências numa fonte posterior e menos confiável não diminui em nada a credibilidade de uma fonte anterior e mais fidedigna. Na verdade, quando você olha para as supostas inconsistências, o que você descobre é que a maioria delas – como nomes e número de mulheres que visitaram a tumba – são simplesmente aparentes inconsistências, não inconsistências reais. Além do mais, as alegadas inconsistências encontram-se em detalhes secundários e circunstanciais da história e não têm absolutamente nenhum efeito sobre os quatro fatos que eu citei.
Assim, a maioria dos historiadores não foi dissuadida por este tipo de objeção. E, na verdade, o Dr. Ehrman repensou sua posição nestas questões. Não obstante as inconsistências em detalhes, ele agora reconhece que nós temos “sólidas tradições”, não apenas para o sepultamento de Jesus, mas também para a descoberta da tumba vazia pelas mulheres e, portanto, ele diz, nós podemos concluir com “certa certeza” que Jesus foi de fato sepultado pode José de Arimatéia em uma tumba e que três dias depois a tumba foi encontrada vazia8.
Quando eu descobri que Professor Ehrman mudou de opinião em relação a esta questão, minha admiração por sua honestidade cresceu. Pouquíssimos estudiosos, uma vez que já se declararam em relação a um assunto, possuem coragem para repensar sobre este assunto e admitir que estavam enganados. A mudança do Dr. Ehrman em sua opinião sobre estas questões é testemunha, não apenas para a força da evidência acerca destes quatro fatos, mas também para sua determinação de seguir a evidência não importa aonde ela o conduza. O que isto significa é que meu primeiro ponto não é uma questão de discordância no debate desta noite. O debate vai se concentrar em relação à resposta de Dr. Ehrman para meu segundo ponto, a saber:
(II) A melhor explicação para estes fatos é que Jesus ressuscitou dentre os mortos.
Esta, obviamente, foi a explicação que as testemunhas oculares deram aos acontecimentos, e eu não consigo pensar em uma explicação melhor. A hipótese da ressurreição passa por todos os critérios para ser uma melhor explicação, como poder explanatório, escopo explicativo, plausibilidade, e os demais critérios. Claro, através da história várias explicações naturalistas alternativas para a ressurreição têm sido propostas, como a hipótese de Conspiração, a hipótese da Aparente Morte, a hipótese de Alucinação, etc. No julgamento dos estudiosos contemporâneos, entretanto, nenhuma destas hipóteses naturalistas proveu uma explicação para os fatos. Nem mesmo o Dr. Ehrman sustenta alguma destas explicações naturalistas para os fatos.
Então, podemos perguntar, por que Dr. Ehrman não aceita a ressurreição como a melhor explicação? A resposta é simples: a ressurreição é um milagre, e Dr. Ehrman recusa a possibilidade de se estabelecer um milagre. Ele escreve, “Uma vez que historiadores podem estabelecer apenas o que provavelmente aconteceu, e um milagre desta natureza ser um evento altamente improvável, o historiador não pode dizer que a ressurreição ocorreu”9. Este argumento contra a identificação de um milagre é velho, já refutado no século XVIII por alguns eminentes estudiosos como William Paley e George Campbell, e é rejeitado como falacioso por muitos filósofos contemporâneos igualmente. Prometo dizer mais sobre isto depois; mas, por agora, permitam-me dizer que na ausência de alguma explicação naturalista para os fatos, a hesitação do Dr. Ehrman em abraçar a ressurreição de Jesus como a melhor explicação é desnecessária. Dr. Ehrman estaria completamente dentro de seus direitos racionais se ele abraçasse uma explicação miraculosa como a ressurreição – como nós também estaríamos.
Concluindo, então, eu penso que existem boas evidencias históricas para a ressurreição de Jesus. Especificamente, eu expus dois pontos para a discussão desta noite:
(I) Existem quatro fatos históricos que precisam ser explicados por alguma hipótese histórica adequada: o sepultamento de Jesus, a descoberta de seu túmulo vazio, suas aparições post-mortem, e a origem da crença dos discípulos em sua ressurreição; e
(II) A melhor explicação para estes fatos é que Jesus ressuscitou dentre os mortos.
Read more: http://www.reasonablefaith.org/portuguese/existem-evidencias-historicas-para-a-ressurreicaeo-de-jesus-craig-ehrman#ixzz43GaTBf1B
quinta-feira, 17 de março de 2016
O Sacrifício de Cristo
Mas este [Jesus Cristo], havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, está assentado para sempre à destra de Deus.
Jesus, nosso Senhor, o qual por nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa justificação
(Hebreus 10:12; Romanos 4:24-25).
O SACRIFÍCIO DE CRISTO
No obituário de um autor, um crítico literário escreveu que seu lamentável fim lhe permitiu transfigurar o sofrimento humano e atribuiu a isso o seu sentido espiritual apropriado: libertação e redenção.
A ideia de que através do sofrimento as pessoas podem criar o céu na terra e que a alegria na vida além compensa o que foi sofrido aqui, é generalizada. Esta maneira de pensar é, no entanto, errada e antibíblica.
O sofrimento humano, por mais doloroso que seja, nunca pode trazer a redenção. Provações podem ser difíceis e suportadas com muita paciência, mas elas não podem erradicar a menor das injustiças.
Mesmo os sofrimentos que as pessoas infligiram ao Senhor Jesus Cristo desde o berço até a cruz não podem expiar os pecados da humanidade. Eles lançam uma maravilhosa luz na perfeição dAquele que os padeceu, mas de nada valeram para a redenção. A Bíblia ensina claramente que só os sofrimentos de Cristo, nas mãos de Deus, durante as três horas de escuridão, fizeram propiciação pelos pecados diante de Deus: "Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus" (1 Pedro 3:18 ).
Quem poderia acrescentar algo a esse sacrifício? Cristo cumpriu todas as exigências da santidade de Deus. Por isso, Deus ressuscitou o Seu Filho dos mortos e O exaltou junto a Ele na glória.
quarta-feira, 16 de março de 2016
Sobre a Ressurreição de Cristo
Sobre a ressurreição de Cristo.Rápida animação explicando alguns fatos históricos.Curta e Compartilhe![O Caminho]
Publicado por O Caminho em Segunda, 14 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
Você sabe mesmo o que é o Evangelho?
Você sabe mesmo o que é Evangelho?Se você se converteu dentro dos últimos 20 anos, a probabilidade de você não saber nada do que é Evangelho é muito grande!- Pr. Paulo Júnior #patriarca
Publicado por Cristianismo Puro&Simples em Terça, 1 de março de 2016








