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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Ascensão de Cristo



Leitura Bíblica: Lucas 24.40-53

...por que vocês estão olhando para o céu? (At 1.11a)

Feriado em muitos países, quarenta dias após a Páscoa, o dia de hoje comemora a subida de Cristo aos céus. Após ressuscitar, Jesus apareceu várias vezes aos seus discípulos: conversou e comeu com eles, dirimiu dúvidas, restaurou-lhes a fé, encheu-lhes o coração de alegria e esperança. Daí, partiu, mas prometeu que o Espírito Santo os guiaria, como ele mesmo os guiara e ensinara enquanto viveu na terra. Assim, abençoou-os e ordenou que vivessem da mesma forma como ele (Jesus) viveu, pregando a boa notícia do amor de Deus por todo ser humano.

A partida de um líder e amigo amado pode ser muito triste. Mas Lucas diz que os discípulos voltaram para Jerusalém com grande alegria após estarem com Jesus. Dez dias depois, o livro dos Atos dos Apóstolos conta que os discípulos estavam reunidos quando o Espírito Santo veio sobre eles e os encheu de poder, coragem e autoridade espiritual. Já não estavam mais dominados pelo medo, timidez ou pelas preocupações políticas relativas a Israel. Agora eles sentiam a presença viva de Cristo com eles, impulsionando-os a viver e demonstrar o amor de Deus pelas pessoas, tal como Jesus fizera, rompendo toda sorte de preconceitos sociais, raciais, políticos ou religiosos e levando ao mundo a mensagem de Deus.

Os discípulos não ficaram olhando pra cima, para onde Jesus se foi. Não se alienaram focando no céu, mas se concentraram na missão que tinham na terra – a mesma de Cristo. Esse dia da Ascensão nos convida a refletir nisso: onde está o nosso foco? Qual o propósito da nossa vida? Apenas em suprir o que nosso coração anseia, ou queremos que o Espírito Santo de Deus nos impulsione a algo maior pelo bem da humanidade? Hoje é um dia em que podemos abençoar a vida de alguém seguindo o exemplo de Cristo, que deixou seu Espírito para nos ensinar a viver com as mesmas ênfases com as quais ele viveu e a ver as pessoas como ele as via: com amor! – WMJ

As pessoas à sua volta enxergam você como um legítimo representante de Jesus, cheio de seu Espírito?

terça-feira, 19 de abril de 2016

Conhecimento


Conhecimento

Leitura Bíblica: Oseias 4.1-9

Conheçamos o Senhor; esforcemo-nos por conhecê-lo (Os 6.3a).

O texto que lemos hoje parece um retrato de nosso cotidiano: a cada dia somos surpreendidos com mais corrupção, maldade e violência. Soube de um motorista de guincho que espalhava óleo na estrada para depois socorrer os que se acidentassem... Chegamos a um ponto em que o lucro importa mais que pessoas!

Deus aponta a causa do problema: não havia conhecimento de Deus, ou seja, as pessoas não se relacionavam com ele nem queriam saber sua vontade. Nem mesmo os sacerdotes o buscavam – aqueles que deviam ensinar o povo não estavam dispostos a aprender; quando buscavam conselhos era com ídolos de madeira (v 12)... Estavam tão perdidos e envolvidos com idolatria quanto os outros que seguiam seu mau exemplo. Quando a liderança religiosa está tão cega e distante de Deus, como poderá conduzir alguém a ele?

Hoje não é muito diferente: frequentemente alguém diz que estudar a Bíblia ou teologia é perder tempo, já que ainda há tantos a alcançar com o evangelho. A urgên
cia faz com que a mensagem proclamada seja superficial e, pior, sem coerência com o que se vive. Isso apesar de termos tanto acesso à informação de todo tipo e em vários meios. O problema não é a falta, mas talvez o excesso. Muitas vezes leio tanto que depois não sei mais onde vi aquela informação que chamou minha atenção. Nossa leitura pode ser tão diversa que às vezes a Bíblia fica de lado ou é apenas mais um livro... Porém, para conhecer a Deus é preciso estudar sua Palavra! Sua mensagem é a única que transforma vidas e nos impede de seguir o ritmo do mundo sem Deus. Buscar a Deus nunca será perder tempo! Quanto aos líderes cristãos, devem dar exemplo de conhecimento bíblico e, principalmente, da aplicação deste na vida diária. Se dissermos que Deus é nosso amigo e, mais que isso, senhor de nossa vida, precisamos a cada dia crescer nesse relacionamento. Dedique-se a isso! – VWR
Conhecer sem praticar é inútil; praticar sem conhecer é perigoso.

sábado, 16 de abril de 2016

As ovelhas conhecem a voz do pastor


JOÃO 10

Jesus, o bom pastor João 10, 1-21


1 Em verdade, em verdade vos digo: quem não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador.

2 Mas o que entra pela porta é o pastor das ovelhas.

3 A este o porteiro abre; e as ovelhas ouvem a sua voz; e ele chama pelo nome as suas ovelhas, e as conduz para fora.

4 Depois de conduzir para fora todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz;

5 mas de modo algum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.

6 Jesus propôs-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que era que lhes dizia.

7 Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas.

8 Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram.

9 Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.

10 O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.

11 Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

12 Mas o que é mercenário, e não pastor, de quem não são as ovelhas, vendo vir o lobo, deixa as ovelhas e foge; e o lobo as arrebata e dispersa.

13 Ora, o mercenário foge porque é mercenário, e não se importa com as ovelhas.

14 Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem,

15 assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.

16 Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco; a essas também me importa conduzir, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um rebanho e um pastor.

17 Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar.

18 Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai.

19 Por causa dessas palavras, houve outra dissensão entre os judeus.

20 E muitos deles diziam: Tem demônio, e perdeu o juízo; por que o escutais?

21 Diziam outros: Essas palavras não são de quem está endemoninhado; pode porventura um demônio abrir os olhos aos cegos?



segunda-feira, 4 de abril de 2016

Cristo o Foco


Cristo, o foco

Leitura Bíblica: Mateus 17.1-13

É necessário que ele cresça e que eu diminua (Jo 3.30).

Ser evangélico no Brasil de hoje é muito fácil. Ninguém é perseguido ou discriminado por isso como nos primórdios da nossa história, quando se tinha de pagar um alto preço para ser evangélico. Hoje é até fácil demais.
Com isso, muitos buscam uma igreja evangélica a fim de tirar proveito para si; dirigem-se a Cristo para receber cura, prosperidade financeira ou uma garantia de bênçãos divinas. Há uma falsa compreensão de que Deus seria obrigado a cobrir de tudo isso aqueles que lhe são fiéis. No entanto, a mensagem bíblica é outra.

Por exemplo, na leitura de hoje, os discípulos de Jesus estavam perplexos com o aparecimento de Elias naquele monte. O profeta Malaquias havia profetizado que Elias viria antes do Messias (Ml 4.5-6). Com ele viria uma grande avivamento espiritual. Jesus explicou que João Batista cumpriu o papel de Elias, mas ele não foi reconhecido; foi morto. O mesmo destino agora esperava o próprio Messias. Aquela profecia tinha como propósito apontar para Jesus. O incrível é que, apesar de todas as mensagens declaradas ou ocultas, claras ou misteriosas, poucas pessoas conseguem enxergar Jesus. Querem os benefícios de Cristo, mas não estão dispostas a pagar o preço de segui-lo. Querem as bênçãos de Deus, mas não querem o Deus que abençoa.

Jesus não veio trazer uma nova religião, mas um novo estilo de vida; uma nova forma de ver e viver. Ele disse: “Eu vim para que vocês tenham vida, e a tenham plenamente” (Jo 10.10).

Portanto, a vida que Cristo propõe para os seus discípulos é a que focaliza o seu senhorio, e não as bênçãos para quem o segue. É a que exalta a Cristo, e não o cristão. É centrada em Cristo como o Senhor da nossa vida, e não nos bens que ele nos dá. João Batista entendeu essa verdade quando disse que “é necessário que ele cresça e que eu diminua”. Você também já entendeu? – HS
Melhor que pedir coisas a Deus é ter o próprio Deus em nossa vida.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Por que devo acreditar na ressurreição de Cristo?


Por que devo acreditar na ressurreição de Cristo?



Pergunta: "Por que devo acreditar na ressurreição de Cristo?"

Resposta: É um fato bem estabelecido que Jesus foi executado publicamente em Judeia no primeiro século D.C., sob a autoridade de Pôncio Pilatos, através da crucificação, por exigência do Sinédrio judeu. As narrativas históricas de não-Cristãos como Flávio Josefo, Cornélio Tácito, Luciano de Samósata, Maimônides e até mesmo do Sinédrio judeu atestam a veracidade das narrativas das testemunhas oculares Cristãs desses aspectos históricos tão importantes da morte de Jesus Cristo.

Quanto à Sua ressurreição, há várias linhas de evidência que fazem desse caso um caso irrefutável. Sir Lionel Luckhoo, um antigo prodígio jurisprudencial e estadista internacional (do Livro de Recordes Guinness por sua fama sem precedentes de 245 absolvições consecutivas em casos de defesa envolvendo assassinatos), sintetizou o entusiasmo e confidência Cristãos na solidez do caso da ressurreição quando escreveu: “Tenho sido um advogado de defesa por mais de 42 anos, trabalhando em muitas partes do mundo e ainda estou com a minha prática bem ativa. Tenho sido afortunado por ter tantos sucessos em julgamentos e posso dizer sem qualquer equívoco que a evidência a favor da ressurreição de Cristo é tão impressionante que força a sua aceitação devido a provas que não deixam nenhum espaço para quaisquer dúvidas.”

A resposta da comunidade secular à mesma evidência tem sido praticamente indiferente por causa do seu compromisso tão leal ao naturalismo metodológico. Para os que não são familiarizados com o termo, o naturalismo metodológico é o esforço humano de explicar tudo em termos de causas naturais e causas naturais apenas. Se um certo evento histórico desafiar qualquer explicação natural (ex: ressurreição milagrosa), os estudiosos seculares geralmente tratam o assunto com um ceticismo impressionante, independente de qualquer evidência, não importando quão favorável e convincente ela seja.

Ao nosso ver, um compromisso tão firme às causas naturais independentemente de qualquer evidência real não é propício a uma investigação imparcial (e portanto adequada) dessa mesma evidência. Um cientista e historiador mais balanceado disse: “Ser forçado a acreditar em apenas uma conclusão.... violaria a própria objetividade da ciência.”

Tendo dito isso, vamos agora examinar as várias linhas de evidência que favorecem a ressurreição.

A primeira linha de evidência para a ressurreição de Cristo

Para começar, temos o depoimento comprovadamente sincero de testemunhas oculares. Os apologistas Cristãos da antiguidade citaram centenas de testemunhas oculares, algumas das quais documentaram suas próprias experiências. Muitas dessas testemunhas deliberadamente e resolutamente aguentaram torturas prolongadas e morte, ao invés de rejeitarem o seu depoimento. Esse fato comprova a sua sinceridade, excluindo decepção de sua parte. De acordo com o registro histórico (O livro de Atos 4:1-17; As Cartas de Plínio a Trajano X, 96, etc.), a maioria dos Cristãos poderia dar um fim ao seu sofrimento só por renunciar sua fé. Ao invés, aparenta ser o caso que a maioria optou por aguentar o sofrimento e proclamar a ressurreição de Cristo até à morte.

Embora o martírio seja notável, não é necessariamente convincente. Não valida a crença da mesma forma que autentica aquele que nela acredita (por demonstrar sua sinceridade de forma tangível). O que faz dos Cristãos da antiguidade mártires formidáveis é que estavam em posição de saber se o que estavam declarando era verdade ou não. Eles ou viram Jesus Cristo vivo e bem depois de Sua morte ou não. Isso é extraordinário. Se tudo fosse uma mentira, por que tantos continuariam a defendê-la dadas as circunstâncias? Por que todos iriam conscientemente se apegar a uma mentira tão inútil à face de perseguição, aprisionamento, tortura e morte?

Enquanto os sequestradores de 11 de setembro de 2001 sem dúvida acreditavam no que proclamavam (como evidenciado por sua disposição de morrer pelo que acreditavam), eles não podiam saber (e não sabiam) se era verdade. Eles colocaram sua fé em tradições que foram-lhes passadas por muitas gerações. Ao contrário, os mártires Cristãos da antiguidade foram a primeira geração. Ou eles viram o que clamavam ter visto ou não.

Entre as testemunhas oculares mais conhecidas estão os Apóstolos. Eles coletivamente passaram por uma mudança inegável depois das aparições do Cristo ressurreto. Imediatamente após a crucificação, eles se esconderam com medo por suas próprias vidas. Depois da ressurreição, eles foram às ruas, corajosamente proclamando a ressurreição, mesmo à face de fortes perseguições. O que foi responsável por sua mudança dramática e repentina? Com certeza não era ganho financeiro. Os Apóstolos renunciaram a tudo que tinham para pregar a ressurreição, incluindo suas próprias vidas.

A segunda linha de evidência para a ressurreição de Cristo

A segunda linha de evidência tem a ver com a conversão de certos céticos importantes, mais notavelmente Paulo e Tiago. Paulo era por sua própria descrição um perseguidor violento da Igreja Cristã primitiva. Depois do que ele descreveu como um encontro com o Cristo ressurreto, Paulo passou por uma mudança drástica e imediata, de um perseguidor brutal da Igreja a um dos seus mais prolíficos e desprendidos defensores. Como muitos Cristãos primitivos, Paulo sofreu empobrecimento, perseguição, surras, aprisionamento e execução por seu compromisso firme à ressurreição de Cristo.

Tiago era cético, apesar de não ter sido tão hostil quanto Paulo. Um suposto encontro com o Cristo ressurreto o transformou em um crente inquestionável, um líder da Igreja em Jerusalém. Ainda temos o que os estudiosos geralmente aceitam como uma das suas primeiras cartas à igreja primitiva. Como Paulo, Tiago voluntariamente sofreu e morreu por seu testemunho, um fato que sustenta a sinceridade de sua crença (veja O Livro de Atos e o livro de Josefo intitulado A Antiguidade dos Judeus XX, ix, 1).

A terceira e quarta linhas de evidência para a ressurreição de Cristo

A terceira e quarta linhas de evidência tratam da atestação por parte dos inimigos do túmulo vazio e do fato de que a fé na ressurreição se originou em Jerusalém. Jesus foi publicamente executado e enterrado em Jerusalém. Teria sido impossível que fé em Sua ressurreição fosse estabelecida em Jerusalém enquanto o Seu corpo ainda estava no túmulo, pois o Sinédrio poderia facilmente desenterrar o Seu corpo, colocá-lo em exibição pública e, portanto, expor a farsa. Ao invés, o Sinédrio acusou os discípulos de terem roubado o corpo, aparentemente um esforço para explicar o seu desaparecimento (e consequentemente a tumba vazia). Como podemos explicar o fato do túmulo vazio? Veja a seguir as três explicações mais comuns:

Primeiro, os discípulos roubaram o corpo. Se esse tivesse sido o caso, eles saberiam que a ressurreição era uma farsa. Não teriam sido, portanto, tão dispostos a sofrer e morrer por sua crença (veja a primeira linha de evidência sobre a declaração comprovadamente sincera das testemunhas oculares). Todas as supostas testemunhas oculares saberiam que não tinham realmente visto Cristo e estavam, portanto, mentindo. Com tantos conspiradores, alguém com certeza teria confessado; se não para dar um fim ao seu próprio sofrimento, pelo menos para dar um fim ao sofrimento de seus amigos e familiares. A primeira geração de Cristãos foi absolutamente brutalizada, principalmente depois do grande incêndio em Roma em 64 D.C. (um fogo que Nero supostamente ordenou para criar mais espaço para a expansão de seu palácio, mas que ele culpou os Cristãos em Roma como uma tentativa de se justificar). Como o historiador romano Cornélio Tácito relatou no seu livro Os Anais de Roma Imperial (publicado apenas uma geração depois do incêndio):

“Nero culpou e infligiu as torturas mais intensas em uma classe odiada por suas abominações, comumente conhecida de Cristãos. Christus, de quem o nome se originou, sofreu grande penalidade durante o reino de Tibério nas mãos de um dos seus procuradores, Pôncio Pilatos, e uma superstição maligna, assim marcada durante aquele momento, novamente explodiu não só em Judeia, a primeira fonte do mal, mas até em Roma, onde todas as coisas abomináveis e vergonhosas de todas as partes do mundo encontram o seu destino e se tornam popular. Assim sendo, aprisionamento foi feito de todos que reconheceram-se culpados; então, depois da confirmação, uma imensa multidão foi condenada, não tanto pelo crime de ter queimado a cidade, mas por ódio contra a humanidade. Gozação de todo tipo foi adicionada às suas mortes. Cobertos com pele de animais, eles foram dilacerados por cachorros e morreram, ou eram pregados à cruz, ou eram condenados às chamas e queimados para servirem como iluminação noturna quando a luz do dia tinha acabado.” (Anais, XV, 44).

Nero iluminava suas festas no jardim com Cristãos sendo queimados vivos. Com certeza alguém teria confessado a verdade estando sob a ameaça de tão grande dor. No entanto, o fato é que não temos nenhum registro de Cristãos primitivos renunciando a sua fé para dar um fim ao seu sofrimento. Pelo contrário, temos vários registros do aparecimento de centenas de testemunhas após a ressurreição dispostas a sofrer e morrer por tal causa.

Se os discípulos não roubaram o corpo, como então podemos explicar o túmulo vazio? Alguns sugerem que Cristo fingiu Sua morte e depois escapou do túmulo. Isso é simplesmente absurdo. De acordo com o relato das testemunhas, Cristo foi espancado, torturado, lacerado e apunhalado. Ele sofreu dano interno, grande perda de sangue, asfixia e uma lança rasgou-lhe o coração. Não há nenhum bom motivo para acreditar que Jesus Cristo (ou qualquer outro homem) poderia sobreviver tal experiência, fingir Sua morte, sentar no túmulo por três dias e noites sem atenção médica, comida ou água, remover a grande pedra que selava o túmulo, escapar sem ser pego (sem deixar um rastro de sangue), convencer com boa saúde centenas de testemunhas de que Ele tinha ressuscitado dos mortos e então desaparecer sem deixar nenhum rastro. Tal ideia é ridícula.

A quinta linha de evidência para a ressurreição de Cristo

Finalmente, a quinta linha de evidência tem a ver com a peculiaridade do relato das testemunhas. Em todas as narrativas mais importantes, acredita-se que mulheres sejam as primeiras e principais testemunhas. Essa seria uma novidade estranha, já que nas culturas judaica e romana as mulheres eram severamente desprezadas. Seu testemunho era considerado sem substância e dispensável. Levando esse fato em consideração, é bem improvável que qualquer criminoso de uma farsa na Judeia do primeiro século escolheria mulheres como suas testemunhas principais. De todos os discípulos masculinos que clamaram terem visto Jesus ressurreto, se estivessem mentindo e a ressurreição fosse apenas um golpe, por que então eles escolheram as mais desrespeitadas e desconfiadas testemunhas que podiam achar?

Dr. William Lane Craig explica: “Quando se entende o papel da mulher na sociedade judaica do primeiro século, o que é realmente extraordinário é que a história do túmulo vazio retratou mulheres como as primeiras descobridoras do túmulo vazio. As mulheres estavam muito abaixo na escada social da Palestina do primeiro século. Há provérbios rabínicos antigos que dizem: ‘Que as palavras da Lei sejam queimadas antes de serem entregues às mulheres’ e ‘feliz é aquele cujos filhos são homens, mas desgraça daquele cujos filhos são mulheres’. O testemunho de mulheres era considerado tão sem valor que não podiam nem servir como testemunhas legais em uma corte judicial judaica. Levando isso em consideração, é absolutamente impressionante que as principais testemunhas do túmulo vazio fossem essas mulheres.... Qualquer registro legendário mais recente com certeza teria retratado discípulos masculinos como os descobridores do túmulo – Pedro ou João, por exemplo. O fato de que mulheres foram as primeiras testemunhas do túmulo vazio é mais bem explicado pela realidade de que – goste ou não – elas foram as descobridoras do túmulo vazio! Isso mostra que os autores dos Evangelhos gravaram fielmente o que aconteceu, apesar de ser embaraçoso. Isso evidencia a historicidade dessa tradição ao invés de sua posição social legendária.” (Dr. William Lane Craig, citado por Lee Strobel, The Case For Christ, Grand Rapids: Zondervan, 1998, p. 293)

Em resumo

Essas linhas de evidência, tais como a sinceridade demonstrável das testemunhas (e, no caso dos Apóstolos, mudança inexplicável e convincente), a conversão e sinceridade demonstrável de antagonistas importantes e céticos que se tornaram mártires, o fato do túmulo vazio, confirmação do inimigo do túmulo vazio, o fato de que tudo isso aconteceu em Jerusalém onde fé na ressurreição começou e floresceu, o testemunho das mulheres e o significado de tal testemunho dado o seu contexto histórico; todos esses fatos confirmam fortemente a historicidade da ressurreição. Gostaríamos de encorajar nossos leitores a cuidadosamente considerar essas evidências. O que elas sugerem para você? Depois de termos nós mesmos ponderado sobre elas, resolutamente afirmamos a declaração de Sir Lionel:

“A evidência a favor da ressurreição de Cristo é tão impressionante que força a sua aceitação devido a provas que não deixam nenhum espaço para quaisquer dúvidas.”

quinta-feira, 17 de março de 2016

O Sacrifício de Cristo

Mas este [Jesus Cristo], havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, está assentado para sempre à destra de Deus.

Jesus, nosso Senhor, o qual por nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa justificação

(Hebreus 10:12; Romanos 4:24-25).

O SACRIFÍCIO DE CRISTO
No obituário de um autor, um crítico literário escreveu que seu lamentável fim lhe permitiu transfigurar o sofrimento humano e atribuiu a isso o seu sentido espiritual apropriado: libertação e redenção.

A ideia de que através do sofrimento as pessoas podem criar o céu na terra e que a alegria na vida além compensa o que foi sofrido aqui, é generalizada. Esta maneira de pensar é, no entanto, errada e antibíblica.

O sofrimento humano, por mais doloroso que seja, nunca pode trazer a redenção. Provações podem ser difíceis e suportadas com muita paciência, mas elas não podem erradicar a menor das injustiças.

Mesmo os sofrimentos que as pessoas infligiram ao Senhor Jesus Cristo desde o berço até a cruz não podem expiar os pecados da humanidade. Eles lançam uma maravilhosa luz na perfeição dAquele que os padeceu, mas de nada valeram para a redenção. A Bíblia ensina claramente que só os sofrimentos de Cristo, nas mãos de Deus, durante as três horas de escuridão, fizeram propiciação pelos pecados diante de Deus: "Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus" (1 Pedro 3:18 ).

Quem poderia acrescentar algo a esse sacrifício? Cristo cumpriu todas as exigências da santidade de Deus. Por isso, Deus ressuscitou o Seu Filho dos mortos e O exaltou junto a Ele na glória.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Sobre a Ressurreição de Cristo


Sobre a ressurreição de Cristo.Rápida animação explicando alguns fatos históricos.Curta e Compartilhe![O Caminho]

Publicado por O Caminho em Segunda, 14 de março de 2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

Você sabe mesmo o que é o Evangelho?


Você sabe mesmo o que é Evangelho?

Se você se converteu dentro dos últimos 20 anos, a probabilidade de você não saber nada do que é Evangelho é muito grande!- Pr. Paulo Júnior #patriarca

Publicado por Cristianismo Puro&Simples em Terça, 1 de março de 2016