sexta-feira, 22 de abril de 2016

O sentido da vida


Quando o rei Salomão, um homem de sabedoria e experiência, completou o livro de Eclesiastes, expressou sua conclusão com as palavras acima. Estas são, na minha opinião, importantes para a nossa época atual, e vale a pena pensar nelas.

Talvez nós não entendamos imediatamente o porquê. Então pense na generalizada e lamentável "perda de valores" na sociedade, ou no questionamento dos dias atuais acerca do sentido das coisas e da falta de orientação. Estas frases escondem uma série de problemas que dizem respeito a todos nós: o egoísmo, a frieza nas relações humanas, a crueldade, o crime, os atos de terrorismo. Se alguém não se sente mais seguro nas ruas ou nos transportes públicos à noite, sabe o que significa. O mundo se tornou um lugar muito desconfortável. Para reconhecer isso, não é preciso viver em uma área de crise.

As pessoas estão clamando por direção. Onde pode ser encontrada? Se os cristãos transmitirem os pensamentos de Deus a seus semelhantes, como é seu dever, e acima de tudo vivê-los por si próprios, não poderia isso contribuir para a resposta a esta pergunta? Tomemos o ponto central de Salomão: reverência para com o nosso onipotente e onipresente Deus. Esse é o princípio da sabedoria (veja Provérbios 1:7). Então o mundo seria muito diferente.

Quem mostra respeito por Deus leva a sério o que Ele diz. O mandamento "Ame o seu próximo como a si mesmo" tocaria uma nova nota em nosso mundo, embora não seja de todo nova! E o que Salomão não foi capaz de dizer (ou seja, como guardar os mandamentos de Deus) encontramos no Novo Testamento. A solução para problemas como o sentido da vida ou a falta de orientação pode ser encontrada em Jesus Cristo. Tudo depende disso.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

John Wycliffe A Estrela Da Manhã

Presente Diário "Tema: Liberdade"



Liberdade

Leitura Bíblica: João 8.25-32

Falem e ajam como quem vai ser julgado pela lei da liberdade (Tg 2.12).

Tiradentes é chamado de “mártir da Inconfidência Mineira”. De fato, estava engajado num movimento que pretendia libertar Minas Gerais da opressão da Coroa portuguesa, que cobrava altos impostos e explorava as riquezas locais. Ao ser traído, junto com seus companheiros, a “corda” arrebentou do lado mais fraco – o dele – que, diferente dos demais participantes, não tinha recursos nem influência e acabou assumindo a culpa pelo movimento. Dizem os estudiosos que sua figura se tornou heróica nos primeiros anos da República. Em alguns momentos, sua imagem foi comparada até mesmo com Cristo, retratado com cabelos longos e barba, algo que, por ele ter sido militar, certamente não correspondia aos fatos. Será que há semelhanças entre ambos?

Não aceito por muitos religiosos de sua época, Jesus Cristo veio libertar o povo de um sistema opressor de crenças, focado em inúmeras leis e observâncias e que fazia do templo um lugar de negócios, corrompido em sua liderança, distanciando o ser humano do relacionamento com Deus. Este sistema religioso era, ainda por cima, conivente com o domínio romano em Israel. O povo ansiava por sua libertação política – achavam que Jesus faria isso – mas o que ele realmente queria era livrar as pessoas do domínio do pecado que destrói nossa vida, afastando-nos de Deus.

Por amor a nós, ele aceitou ser a parte mais fraca da “corda”, morrendo por culpas que não eram suas. Foi martirizado e assumiu o nosso lugar, tomando sobre si o peso dos nossos pecados e erros. Tiradentes morreu por seu país por causa de seu ideal político – e infelizmente só anos depois o Brasil conseguiu se libertar de seus dominadores. Mas Jesus morreu por um ideal eterno: seu amor por toda a humanidade. Com sua morte e ressurreição,verdadeiramente nos libertou, de todos e de tudo o que nos aprisiona e nos desumaniza. Ele nos libertou para si mesmo! – WMJ
A liberdade conquistada por Jesus está disponível hoje – ela não é tardia!

21 de abril - Devocional Diário CHARLES SPURGEON #112

terça-feira, 19 de abril de 2016

19 de abril - Devocional Diário CHARLES SPURGEON #110

Conhecimento


Conhecimento

Leitura Bíblica: Oseias 4.1-9

Conheçamos o Senhor; esforcemo-nos por conhecê-lo (Os 6.3a).

O texto que lemos hoje parece um retrato de nosso cotidiano: a cada dia somos surpreendidos com mais corrupção, maldade e violência. Soube de um motorista de guincho que espalhava óleo na estrada para depois socorrer os que se acidentassem... Chegamos a um ponto em que o lucro importa mais que pessoas!

Deus aponta a causa do problema: não havia conhecimento de Deus, ou seja, as pessoas não se relacionavam com ele nem queriam saber sua vontade. Nem mesmo os sacerdotes o buscavam – aqueles que deviam ensinar o povo não estavam dispostos a aprender; quando buscavam conselhos era com ídolos de madeira (v 12)... Estavam tão perdidos e envolvidos com idolatria quanto os outros que seguiam seu mau exemplo. Quando a liderança religiosa está tão cega e distante de Deus, como poderá conduzir alguém a ele?

Hoje não é muito diferente: frequentemente alguém diz que estudar a Bíblia ou teologia é perder tempo, já que ainda há tantos a alcançar com o evangelho. A urgên
cia faz com que a mensagem proclamada seja superficial e, pior, sem coerência com o que se vive. Isso apesar de termos tanto acesso à informação de todo tipo e em vários meios. O problema não é a falta, mas talvez o excesso. Muitas vezes leio tanto que depois não sei mais onde vi aquela informação que chamou minha atenção. Nossa leitura pode ser tão diversa que às vezes a Bíblia fica de lado ou é apenas mais um livro... Porém, para conhecer a Deus é preciso estudar sua Palavra! Sua mensagem é a única que transforma vidas e nos impede de seguir o ritmo do mundo sem Deus. Buscar a Deus nunca será perder tempo! Quanto aos líderes cristãos, devem dar exemplo de conhecimento bíblico e, principalmente, da aplicação deste na vida diária. Se dissermos que Deus é nosso amigo e, mais que isso, senhor de nossa vida, precisamos a cada dia crescer nesse relacionamento. Dedique-se a isso! – VWR
Conhecer sem praticar é inútil; praticar sem conhecer é perigoso.