segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

22 de fevereiro - Devocional Diário CHARLES SPURGEON #53

Conversão? Voltando-Se para Deus (1)

Conversão ? Voltando-Se Para Deus (1)

Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus

(Mateus 18:3).

CONVERSÃO ? VOLTANDO-SE PARA DEUS (1)
A Bíblia nos mostra que a condição do homem após a queda de Adão é o oposto de seu estado original. O dia se tornou noite para ele; seu senso de moralidade foi obscurecido. Ele agora considera seus inimigos como amigos, e seus amigos como inimigos. Ele chama o bom de ruim, e o ruim de bom. Ele se considera livre e justo; só que na verdade ele é escravizado e perverso.

A única coisa que, de acordo com as palavras da Bíblia, pode ajudá-lo, a redenção através da fé em Jesus Cristo, lhe parece totalmente desnecessário. Ele pensa em Deus como seu inimigo contínuo em vez de aceitá-Lo como seu Pai. Este é o resultado de um impulso maligno interior que o homem não pode vencer sozinho. Isso torna-o cego e conduz sua vontade a uma direção errada que leva à destruição.

Por isso, é necessário que o homem permita que Deus trabalhe em seu coração e o reforme completamente. Quem quiser ser libertado do poder do pecado e salvo da condenação eterna deve reconhecer-se moralmente falido e se render a Deus.

Isso é "conversão", declarando-se impotente diante de Deus, que pode mudar o seu modo pecaminoso e confiando a si mesmo a Deus, para que tudo possa ser feito novo. A criatura caída deve retornar ao Criador, o filho perdido para a casa do Pai. A conversão abre o caminho para a salvação. Deus responde a esta confissão de culpa e fraqueza perdoando o crente de seus pecados e tornando-o Seu filho.

(Continua)

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Presente Diário "Tema: Risos"


Devocional de hoje


21 de fevereiro - Devocional Diário CHARLES SPURGEON #52

21 de fevereiro - Devocional Diário CHARLES SPURGEON #52

O processo de Jesus: o motivo


O julgamento do Senhor Jesus Cristo revelou processos judiciais irregulares! Os líderes religiosos apresentaram o caso contra o Inocente durante a noite, e a sentença de morte já havia sido decidida. Faltava só encontrar o motivo para tal veredito. Houve testemunhas suficientes, mas isso não bastou para a sentença, uma vez que os testemunhos eram contraditórios. Apesar de todas as argumentações, provavelmente discutidas de antemão, Deus não permitiu que o Seu Filho fosse declarado culpado por motivos duvidosos.

O acusado permaneceu em silêncio. Como o julgamento caminhava para um impasse, o sumo sacerdote que o presidia interveio com uma pergunta decisiva: "És tu o Cristo, o Filho do Deus Bendito?".

O sumo sacerdote sabia do que estava falando: o Messias tinha de ser o Filho de Deus. Seu povo Israel estava esperando por Ele, como o Antigo Testamento mostrou. Isso estava bem testificado.

Mas ele e a maioria dos outros setenta presentes não estavam preparados para admitir que o prisioneiro silencioso era o Messias, embora Ele tivesse dado provas convincentes de Sua identidade desde o início. Neste ponto do processo Jesus quebrou o silêncio e respondeu: "Eu sou", e acrescentou algumas afirmações que irritaram Seus acusadores.

Talvez poucos são os que percebem que saber se Jesus é o Cristo ainda é um assunto de vital importância hoje, e isso não só para os judeus. Ele é o enviado de Deus? Não podemos contornar esta questão, pois ela diz respeito ao nosso próprio bem ou ao nosso mal.