segunda-feira, 25 de abril de 2016

O pai do filho pródigo

Quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão, e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço, e o beijou

(Lucas 15:20).

O PAI DO FILHO PRÓDIGO
Você provavelmente conhece a história do filho pródigo que o Senhor Jesus Cristo contou a seus ouvintes. O jovem havia exigido de seu pai a sua parte na herança. Em seguida, partiu para um país distante com o dinheiro e o desperdiçou com as más companhias. Quando tudo havia sido gasto e ele estava atormentado pela fome, caiu em si e, cheio de remorso, voltou para casa.

Como seu pai o recebeu? Ele não esperou até que seu filho entrasse na casa; nem o recebeu com uma severa repreensão. Ele não disse: "Então você está aí! Eu sabia que teria que retornar algum dia. As coisas simplesmente não podiam acabar bem para você. Bem, não vamos falar mais sobre isso. Comece a trabalhar!".

Aquele pai correu para cumprimentar o que retornava para casa assim que o viu, lançou-se ao pescoço dele e o beijou. (Aqui o Senhor Jesus estava descrevendo os sentimentos de Deus). O jovem disse: "Pai, pequei contra o céu e perante ti e já não sou digno de ser chamado teu filho" (v. 21). Ele tinha em mente pedir para ser feito pelo menos como um dos trabalhadores do pai, mas não teve oportunidade de fazê-lo. O pai perdoou-lhe tudo, mandou vesti-lo com roupas novas, mandou abater o novilho cevado, preparou uma festa, e disse em sua alegria: "Comamos e alegremo-nos"!

Com esta parábola o Senhor quis dizer que Deus no céu é um pai. Ele sai ao encontro do pecador que retorna apressadamente para Ele. Ele estende os braços para atraí-lo para o Seu coração, enquanto o filho ainda está hesitante.

domingo, 24 de abril de 2016

24 de abril - Devocional Diário CHARLES SPURGEON #115

Você Pode Dizer Não à Pornografia - John Piper


Uma reunião perversa

Os principais dos sacerdotes e os fariseus formaram conselho e diziam: Que faremos? Porquanto este homem faz muitos sinais. Se o deixamos assim, todos crerão nele, e virão os romanos e tirar-nos-ão o nosso lugar e a nação

(João 11:47-48).

UMA REUNIÃO PERVERSA
O que tinha acontecido para abalar tão fortemente os líderes religiosos em Jerusalém? Fora dos portões da cidade, "este homem" ? ou seja, Jesus Cristo - acabara de trazer à vida um amigo que tinha morrido. Não havia a menor dúvida sobre isso: muitas pessoas tinham sido testemunhas oculares deste evento inédito e espalharam a notícia em todas as direções. Mesmo a própria ressurreição tinha sido visível o suficiente: o homem morto esteve no túmulo por quatro dias. A decadência do corpo estava em andamento, como era de se esperar com as altas temperaturas da região. E este Lázaro, o morto, ao chamado do Senhor, de repente apareceu vivo, em pé diante de todos os espectadores.

Visto de certa perspectiva, este foi o epítome absoluto dos milagres do Senhor. Foi assim que as pessoas consideraram também. Muitos deles não podiam mais ignorar este poderoso sinal da divindade de Cristo e creram nEle. Eles eram realistas, pois chegaram à única conclusão possível a partir do que tinha acontecido. Este é também um forte apelo para nós hoje.

Enquanto isso, tais informações chegaram aos líderes religiosos e convocou uma reunião. O versículo de hoje descreve o início dela. Por fim, decidiu-se que deveriam se livrar de Jesus Cristo. Foi pura inveja, como o próprio Pilatos, o governador romano, reconheceu. Também foi por preconceito contra Cristo, algo que não é incomum hoje.

sábado, 23 de abril de 2016

Louvores


Louvores

Leitura Bíblica: 1 Pedro 1.3-8

[Deus] nos regenerou ... para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor. Herança guardada nos céus para vocês (1Pe 1.3,4).

Este lindo texto nos apresenta várias razões para louvar a Deus. Às vezes prestamos louvor por bênçãos terrenas, mas aqui temos louvores por bênçãos celestiais. É um trecho muito parecido com a oração do Pai Nosso, onde não há pedidos de bens materiais.

Pedro cita a grande misericórdia de Deus como motivo. Depois entoa louvores por nos regenerar para uma viva esperança. Se a regeneração não nos desse nenhuma esperança, de nada teria valido. A falta de esperança é um dos grandes males da humanidade. Alguns buscam esperança em objetivos somente válidos para esta vida, mas à medida que o fim surge no horizonte, chegam os dias de que dizemos “não tenho satisfação neles” (Ec 12.1).
Outro motivo de louvor também é a herança prometida. As heranças terrenas correm risco de não se realizarem e por vezes trazem conflitos e mais tristezas que alegrias. A herança eterna oferece descanso e não consome energias, mas libera-nos cada vez mais para o serviço de Deus.

O texto é tão voltado para o mundo celestial que a fé é enaltecida ao máximo. Ela é mais preciosa que o ouro e traz um fruto inigualável: a salvação da nossa alma. Conforme as profecias, o dia da vinda do nosso Senhor Jesus Cristo será horroroso para muitos, mas para os cristãos será de honra, louvor e glória. Será o fim de todos os sofrimentos e perseguições. Se tirássemos os olhos dos bens terrenos e olhássemos para os tesouros celestiais à nossa disposição, seguros, protegidos e inalteráveis, sem dúvida nossa vida espiritual ganharia um glorioso impulso. Teríamos uma nova perspectiva de vida, com muito mais valor e conteúdo. Louvemos a Deus desde já pelas bênçãos a nós reservadas no porvir. – MJT

Olhar só para bênçãos desta terra é olhar pela janela errada.

23 de abril - Devocional Diário CHARLES SPURGEON #114

Filme D.L. Moody (1985) FULL