segunda-feira, 21 de março de 2022

O Nome de Jacó Não Significa Enganador, Nem foi Mudado.

O Significado do Nome Jacó



Existe uma Mega diferença da interpretação do judaísmo do que a do romanismo e a do protestantismo. A interpretação do judaísmo está a anos-luz de diferença porque é feita do original hebraico. 
 Então qual é a vantagem de ser judeu? A circuncisão tem algum valor? Sim, há muitos benefícios. Em primeiro lugar, aos judeus foi confiada toda a revelação de Deus (Os Oráculos de Deus).
(Romanos 3.1‭-‬2 NVT). 
Que vantagem pode haver, então, em ser judeu, ou que utilidade existe na circuncisão? Muita, em todos os sentidos! Primeiramente, porque ao judeu foram confiadas as palavras de Deus (King James). Em outras versões os oráculos de Deus. 
 A Bíblia de Jerusalém Romanos 9.4.que são os israelitas, aos quais pertencem a adoção filial, a glória, as alianças, a legislação, o culto, as promessas,

5.aos quais pertencem os patriarcas, e dos quais descende o Cristo, segundo a carne, que é acima de tudo, Deus bendito pelos séculos!

Eles são o povo de Israel, escolhidos para serem filhos adotivos de Deus. Ele lhes revelou sua glória, fez uma aliança com eles e lhes deu sua lei e o privilégio de adorá-lo e receber suas promessas. Do povo de Israel vêm os patriarcas, e o próprio Cristo, quanto à sua natureza humana, era israelita. E ele é Deus, aquele que governa sobre todas as coisas e é digno de louvor eterno! Amém.
(Romanos 9.4‭-‬5 NVT). os quais são israelitas, de quem são a adoção, a glória, as alianças, a promulgação da Lei, o culto e as promessas; de quem são os patriarcas, e a partir deles é traçada a linhagem humana de Cristo, que é Deus acima de tudo e de todos. Seja Ele louvado para sempre! Amém (Rm 9.4-5 King James). Para que o propósito de Deus, quanto à eleição prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama (Deus). Romanos 9.10. E não é só. Também Rebeca, que concebera de um só, de Isaac nosso pai,

11.quando ainda não haviam nascido, e nada tinham feito de bem ou de mal, — a fim de que ficasse firme a liberdade da escolha de Deus,

12.dependendo não das obras, mas daquele que chama — foi-lhe dito: O maior servirá ao menor,

13.conforme está escrito: Amei a Jacó e aborreci a Esaú. 

 Esse fato não é único. Também Rebeca ficou grávida de nosso antepassado Isaque e deu à luz gêmeos. Antes de eles nascerem, porém, antes mesmo de terem feito qualquer coisa boa ou má, ela recebeu uma mensagem de Deus. (Essa mensagem mostra que Deus escolhe as pessoas conforme os propósitos dele e as chama sem levar em conta as obras que praticam.) Foi dito a Rebeca: “Seu filho mais velho servirá a seu filho mais novo”. Nas palavras das Escrituras: “Amei Jacó, mas rejeitei Esaú”.

(Romanos 9.10‭-‬13 NVT). A Bíblia King James tem bom estilo literário. Romanos 9.9 Pois foi assim que a promessa foi declarada: “No tempo certo virei novamente, e Sara dará à luz um filho”. 10 Esse não foi o único evento; também os filhos de Rebeca tiveram um mesmo progenitor, nosso pai Isaque. 11 Contudo, antes mesmo que os gêmeos nascessem ou realizassem qualquer obra boa ou má, para que o plano de Deus segundo a eleição permanecesse inalterado, não por causa das obras, mas sim por aquele que chama, 12 foi-lhe dito: “O mais velho servirá ao mais novo!” 13 Como está escrito: “Amei a Jacó, mas rejeitei a Esaú”.

 A Santa inquisição liderada pelo catolicismo romano e o protestantismo luterano alemão, perseguiram os judeus. Como nos dias do apóstolo Paulo continuou a inimizade. Romanos 11.28. Quanto ao Evangelho, eles são inimigos por vossa causa; mas quanto à Eleição, eles são amados, por causa de seus pais.

29.Porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento.  

Muitos do povo de Israel agora são inimigos das boas-novas, e isso beneficia vocês, gentios. No entanto, porque ele escolheu seus patriarcas, eles ainda são o povo que Deus ama. Pois as bênçãos de Deus e o seu chamado jamais podem ser anulados (Romanos 11.28‭-‬29 NVT).

V. 28 Quanto ao Evangelho, eles são, na verdade, inimigos por causa de vós; mas quanto à eleição, amados por causa dos patriarcas. V. 29 Porque os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis (Rm 11. 28-29 King James). Foi um grande erro de Lutero que escreveu o livro: os judeus e suas mentiras e Hitler sendo luterano odiava os judeus. Dizer que o significado do nome Jacó é enganador, trapaceiro, mentiroso. É um ataque aos originais textos hebraicos, a nação judaica, e foi usado pelos protestantes nazistas que os judeus são mentirosos desde seus ascendentes, depreciando um dos heróis da fé, Príncipe, Guerreiro, Jacó. Cada palavra hebraica tem uma raiz e procedentes. Deus não muda o nome de Jacó. Deus troca o nome de Sarai para Sara, Deus troca o nome de Abrão para Abraão e nunca mais Sara é chamada de Sarai nem Abrão de Abraão, houve uma mudança. O que houve a respeito do nome de Jacó foi uma adição a Israel,  apenas uma adição. Pois ele continuou sendo chamado Jacó na Bíblia. Deus não muda o nome de Jacó, apenas adiciona Israel. A transliteração é a pronúncia. Iaaqov (português)  / Yaakov / Yakov. Iaaqov o significado de verdade do nome a luz de sua etimologia. Significa: Persistir,  Resistir, Alcançar, Agarrar com força. Se fosse resumir o significado de Jacó em uma só palavra seria: Persistência.

O que o profeta Oséias fala a respeito de Jacó.

 Ainda no ventre, Jacó agarrou o calcanhar de seu irmão; quando se tornou homem, lutou com Deus. Sim, lutou com o anjo e venceu; chorou e suplicou-lhe que o abençoasse. Ali em Betel, encontrou Deus, e Deus falou com ele.

(Oseias 12.3‭-‬4 NVT). Jacó é reverenciado pelos judeus e não é por menos, a partir de Jacó vem a nação de Israel, um grande exemplo a ser seguido, não tem sentido chamar esse Santo homem de Deus de enganador. A palavra principal Eqev está em Deuteronômio 7.12 Persistir. Traduzido por "se" nas traduções cristãs, que é uma péssima tradução desse versículo. Deus não muda o nome de Jacó, mas adiciona Israel. No mundo judaico: Iaaqov = Jacó. Significa perseverança, persistir. Toda palavra hebraica tem uma raiz. Da raiz da palavra Eqev, calcanhar, resultado, compensação, galardão. Existe uma porção da Torá chamada Eqev em Deuteronômio 7.12 persistir, insistir, perseverar. O nome de Jacó é carregado desse sentido. E a vida com Deus é isso, Perseverar, Persistir.

Luta e Vitória: Lições da Vida de Jacó

*Luta e Vitória: Lições da vida de Jacó*


Na provação do reencontro com seu irmão Esaú, qual foi o resultado da ação de Deus em Jacó? Permita-me antecipar: socorro na angústia, e isso em sete fases:

1. O Senhor proporcionou que Jacó tivesse fé unicamente em sua Palavra.
2. Ele lhe deu autoconhecimento.
3. Na medida em que Jacó adquiriu autoconhecimento, o conhecimento de Deus foi concedido a ele.
4. Ele o libertou de suas posses.
5. Ele o libertou das suas criaturas.
6. O Senhor se revelou pessoalmente a Jacó.
7. Ele destruiu a força própria de Jacó.

Vemos isso claramente nos versículos 22-24 de Gênesis 32: “Naquela noite, Jacó levantou-se, tomou suas duas mulheres, suas duas servas e seus onze filhos para atravessar o lugar de passagem do Jaboque. Depois de havê-los feito atravessar o ribeiro, fez passar também tudo o que possuía. E Jacó ficou sozinho. Então veio um homem que se pôs a lutar com ele até o amanhecer”.

Primeiramente Deus desenvolveu, em Jacó, a fé somente em sua Palavra! Durante todos esses anos Jacó já havia crido no Senhor, mas também acreditava em sua própria capacidade, em suas habilidades, em sua inteligência, em sua força. Agora, no entanto, quando tudo escapava de suas mãos, quando a sua capacidade não podia mais ajudá-lo e ele teve medo de Esaú, ele começou a orar. Em sua oração ele falou duas vezes: “Ó Deus de meu pai Abraão, Deus de meu pai Isaque, ó Senhor que me disseste...” (verso 9), e: “Pois tu prometeste: ‘Esteja certo de que eu o farei prosperar...’” (verso 12). Isso o forçou a retornar para a única base confiável, ou seja, unicamente para a Palavra de Deus.

Talvez Deus já esteja operando isso em você, que vê o “Esaú” se aproximando, e não enxerga nenhuma saída. Volte para a Palavra de Deus! É como Martinho Lutero diz literalmente em sua versão original de Isaías 28.19: “Somente a provação nos ensina a observar a Palavra”. Todas as coisas são passageiras, mas ele e sua Palavra não. “Mas a palavra do Senhor permanece para sempre” (1Pedro 1.25), e: “... podemos confiar em tudo que ele faz” (Salmo 33.4, NVT). O mundo se abala e treme em suas bases. Tudo está em curso, tudo está em movimento. A pessoa atualmente não encontra mais amparo. Aqui, porém, há amparo, aqui há um fundamento eterno:

A Palavra de Deus é a verdade. Ela permanece para sempre.
Feliz é aquele que crê unicamente na Palavra! Para nós, filhos de Deus, isso proporciona uma santa e límpida calma nesta época tumultuada.

O segundo e o terceiro efeitos gerados em Jacó pelo Senhor, como consequência obrigatória do primeiro, foi o autoconhecimento e o conhecimento de Deus, pois em Gênesis 32.10 ele reconheceu: “Não sou digno de toda a bondade e lealdade com que trataste o teu servo”. Quando não cremos em mais nada além da sua Palavra, isto é, se perdermos a fé também em nós mesmos, então podemos reconhecer diante dele: “Ó Senhor, eu sou insignificante, miserável, incapaz, indigno, mas tu és misericordioso e fiel”. Então adquirimos o autoconhecimento e o conhecimento de Deus.

O quarto resultado foi que Jacó foi liberto de sua forte ligação com seus bens materiais, quando se desfez de todos os seus bens. Peça por peça foi requerido. Em primeiro lugar, ele dividiu os seus rebanhos, dispondo apenas da metade. Então ele separou ainda mais um presente para Esaú. Depois ele largou tudo isso e permaneceu apenas com sua família.

No entanto, o Senhor agiu ainda mais na vida de Jacó, isto é, o quinto resultado, a libertação das suas criaturas. O sol se pôs, e ele levantou-se no meio da noite, “tomou suas duas mulheres, suas duas servas e seus onze filhos” (verso 22). Ele se dispôs a largar tudo, mas não as suas mulheres e filhos.

O Senhor, porém, o oprimiu ainda mais, porque desejava se encontrar com ele. No versículo 23 Jacó ainda estava amarrado, pois o relato diz: “Depois de havê-los feito atravessar o ribeiro, fez passar também tudo o que possuía”. O sofrimento aumentou, o nível da água subiu também em sua alma. Ele sabia: Esaú está se aproximando. Também suas criaturas, suas mulheres e filhos não podiam mais socorrê-lo. Ele necessitava de algo maior. E entre eles foi então plantada profeticamente a cruz do Gólgota, pois no versículo 24 consta: “E Jacó ficou sozinho”.

Veja, meu irmão e minha irmã, é isso que o Senhor deseja operar em você. Ele deseja que, entre você e o lado de cá, entre você e a criatura, esteja a cruz do Gólgota, de modo que comecemos a falar como Paulo: “Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo” (Gálatas 6.14).

Continuando a analisar os pontos sobre o reencontro de Jacó com Esaú, observamos que a cruz quer nos separar daquilo que nos aprisiona: das posses, da honra, do dinheiro e bens e até da família – “E Jacó ficou sozinho” (Gênesis 32.24a). Todavia, o Senhor operou algo ainda mais profundo em Jacó. Aqui vemos claramente a sua sexta ação. Por que Jacó ficou só? Justamente para que ele não precisasse ficar; afinal, quem não quer ficar sozinho sempre ficará a sós. Mas quem for abandonado nunca estará a sós. Quem conseguir compreender, que o compreenda. Pois o texto continua imediatamente: “E Jacó ficou sozinho. Então veio um homem que se pôs a lutar com ele até o amanhecer”. Esta foi a sexta ação que o Senhor operou em Jacó: o próprio Deus se revelou a ele.

Teria sido mais fácil para o Senhor simplesmente atender à oração de Jacó e condicionar Esaú a perdoar, de modo que a situação toda estivesse novamente resolvida. Mas o Senhor desejava muito mais do que apenas livrar Jacó de suas dificuldades. Ele desejava se revelar a ele. “Então veio um homem que se pôs a lutar com ele.” Filho(a) de Deus que clama: “Senhor, livra-me de todos esses problemas!”, saiba que o Senhor tem um interesse maior do que apenas libertar você dos problemas. Ele deseja se revelar a você nesses problemas, libertando-o, por um lado, com muito sofrimento das coisas criadas, mas, por outro lado, ligando-o mais firmemente ao coração dele. “Então veio um homem que se pôs a lutar com ele.”

Saiba que o Senhor tem um interesse maior do que apenas libertar você dos problemas. Ele deseja se revelar a você nesses problemas.
Com isso alcançamos a sétima e mais profunda ação do Senhor em Jacó. Aqui temos a essência da mensagem, ou seja: o Senhor começou a eliminar a força própria de Jacó. Precisamos observar que o texto não diz: “Jacó se pôs a lutar contra um homem”, mas: “Então veio um homem que se pôs a lutar com ele”. O Senhor apareceu no caminho de Jacó quando este ficou sozinho, e começou a lutar contra ele com o objetivo de quebrar sua vontade própria, sua carne e sangue, o potente ego.

A luta de Jacó naquela noite precisa ser considerada em duas fases, conforme lemos, por exemplo, em Oseias 12.3: “... como homem lutou com Deus”. Jacó se opôs a Deus com suas próprias forças, negando a total reivindicação do Senhor sobre a sua vida. Ele se portou valorosamente em sua luta, pois vemos a afirmação poderosa e incompreensível do Senhor, que lutou contra ele naquela noite: “Quando o homem viu que não poderia dominar Jacó...” (Gênesis 32.25).

É chocante quando observamos como a santa Majestade, o onipotente Deus, respeita a vontade da pessoa e como ele mesmo constata: “Se essa vontade não permite se dobrar e quebrantar, eu não a domino”. Aqui também se encontra o meu tremor em relação a muitas pessoas crentes. Naturalmente você é um “Jacó”, um abençoado; mesmo assim, o Senhor até agora não lhe “dominou”, ainda não conseguiu conduzir a sua vontade própria à capitulação, à submissão. “Quando o homem viu que não poderia dominar Jacó...” Que palavra terrível! Com sua força Jacó lutou com Deus.

Há quanto tempo você se opõe a Deus com suas forças? Há quanto tempo você, com a vontade própria de sua carne e sangue, se opõe à exortação e aos convites do Espírito Santo? Você não está vendo como a noite se aproxima de sua vida? Você não vê “Esaú” o assaltando? “Então veio um homem que se pôs a lutar com ele.” Veja bem: justamente você, irmão, irmã, obreiro, vocês são esse Jacó! Deus está falando com vocês! “Quando o homem viu que não poderia dominar Jacó...” É isso que ele precisa constatar a respeito da sua vida?

Graças a Deus houve também uma segunda fase nessa luta. No versículo 25 lemos: “Quando o homem viu que não poderia dominar Jacó, tocou-lhe na articulação da coxa, de forma que a deslocou enquanto lutavam”. O que significa isso? O Senhor destruiu a força humana de Jacó, sua região lombar. E o forte, orgulhoso e autossuficiente Jacó desmoronou e quebrou. Quando, ao final, ele estava como um mísero montinho aos seus pés, o Senhor lhe disse: “Deixe-me ir, pois o dia já desponta” (verso 26).

Começou ali a segunda fase dessa batalha noturna. Não era mais o homem que lutava, mas Jacó começou a lutar. Ele se pendurou ao pescoço do seu Deus, e ele clamou, gritou, chorou e soluçou. E essa luta culminou num grito – enquanto se agarrava em Deus, que pretendia ir embora: “Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes” (verso 26). Essa segunda fase da luta de Jacó também está descrita em Oseias 12. A primeira fase foi: “... como homem lutou com Deus” (verso 3). A segunda fase é: “Ele lutou contra o anjo e saiu vencedor; chorou e implorou o seu favor” (verso 5). Ali – em sua fraqueza – ele se tornou poderoso. Ali – em sua miséria – ele se tornou um príncipe, um príncipe de oração: “Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes”.

O Senhor o abençoou imediatamente? Não. Ele perguntou: “Qual é o seu nome?” (Gênesis 32.27). Por que o Senhor perguntou o nome dele? Porque, precisava Jacó se identificar e estabelecer o acordo entre ambos. 

*Gênesis 32.29*
 *A revelação do nome de alguém era como um passo avantajado, no sentido de firmar-se uma amizade íntima e de estabelecer-se uma aliança mútua (Bíblia Shedd).*


Então o Senhor o abençoou, adicionando a Jacó mais um nome Israel; de um guerreiro em um Príncipe (Guerreiro) de Deus. Deus apenas adiciona novo nome, pois ele continua sendo chamado de Jacó na Bíblia, a interpretação hebraica é mega diferente e anos-luz melhor. E o efeito disso? De Peniel saiu um Jacó que mancava, e o sol nasceu num novo céu sobre ele. Os seus olhos ficaram diferentes, pois ele disse: “Vi a Deus face a face...” (verso 30).

Seu coração estava renovado, pois ele testemunhou: “... minha vida foi poupada” (Gênesis 32.30). Seu relacionamento com Esaú mudou, pois ele conseguiu se curvar diante de seu irmão. No entanto, o efeito profético foi ainda maior: Jacó foi transformado em Israel, e em Israel nasceu Jesus; em Israel Jesus morreu e ressuscitou; em Israel Jesus subiu ao céu; e em Israel ele voltará.

Ó filho(a) de Deus! Em espírito posso ver esse Homem. Quem era esse Homem com quem Jacó lutou? Ele não quis revelar o seu nome a Jacó. Naquela ocasião, esse nome ainda não havia sido revelado: era Jesus Cristo. Deus em Jesus, que também fala agora com você. Você não se dispõe a ser quebrantado, para que você também – tomado por sua própria fraqueza – se torne um príncipe de oração e confirme essa sua nova orientação com esta vitoriosa oração: “Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes”?

sábado, 26 de fevereiro de 2022

Por que Hitler odiava os Judeus?

Por que Hitler odiava os judeus?

O antissemitismo tem raízes religiosas milenares

Por Marta Francisca Topel*


Antissemitismo X Antijudaísmo
Para compreender o antissemitismo, é fundamental diferenciá-lo do antijudaísmo.

O antijudaísmo é o ódio à religião judaica como ideologia ou visão de mundo, enquanto o antissemitismo é o ódio aos judeus como nação. Entretanto, aqueles que professam o antijudaísmo acabam sendo antissemitas, uma vez que partem do pressuposto de que a religião judaica contaminou a nação que segue seus preceitos. Por sua vez, o antissemitismo desemboca no antijudaísmo, ao sustentar-se na premissa de que só uma nação racialmente inferior pôde ter criado uma religião tida como a religião do Mal.


Origem
Na Antiguidade, seitas esotéricas conceberam a religião judaica como a religião do demônio e viam os judeus como os agentes na propagação dessa religião do pecado. Essa cosmovisão foi resultado de uma crença dualista, isto é, em dois poderes criadores do universo: o Bem e o Mal, identificando os judeus com o Mal, o que os colocou no papel do mal cósmico e os viu como instrumento do demônio.

Todavia, o momento histórico no qual se entrelaçam pela primeira vez e de forma radical antijudaísmo e antissemitismo é na consolidação da visão paulina. Para o apóstolo Paulo, a revelação da Torá é uma revelação temporária, e aqueles que continuam no caminho da Torá após a chegada de Cristo são traidores. Segundo esse raciocínio, os judeus, ao rejeitarem Cristo como Messias e ao assassiná-lo, transformaram-se em agentes do Mal, no povo deicida.


Ao longo de toda a Idade Média, essa idéia foi desenvolvida e materializada pela Igreja católica. É de se destacar os cânones adotados no Concílio de Latrão (1215) que confirmavam a condenação dos judeus à servidão perpétua, proibiam sua integração na sociedade com o objetivo de impedir a contaminação dos cristãos, obrigavam o uso de signos de diferenciação nas vestes, impediam o acesso dos judeus aos cargos administrativos e os excluíam completamente da agricultura e das corporações. Essas medidas enraizaram na população um ódio milenar baseado numa ideologia demonizadora que culpou os judeus e o judaísmo pela morte de Cristo.

O termo antissemitismo foi criado no século 19, quando as teorias religiosas que acusavam os judeus de deicídio ficaram caducas. Nesse momento, a partir de uma leitura tergiversada das teorias ligadas ao darwinismo social, o motivo para perseguir os judeus começou a ancorar-se em pressupostos biológicos.




Adolf Hitler
Assim, para Hitler, existiam três raças: as “fundadoras” ou superiores, representadas pelos povos germânicos, as “depositárias”, pelos povos eslavos, e as “destruidoras” ou inferiores, que tinham nos judeus o exemplo paradigmático.

Obcecado com o ideal de pureza racial, Hitler compreendeu a História como uma permanente luta entre as diferentes raças, na qual a raça superior devia utilizar todos os meios necessários para manter sua pureza. A essa visão histórica foi acrescentado o mito da “conspiração judaica mundial”, fortemente difundido em toda a Europa que, entre outras falácias, divulgou a ideia do poder econômico do povo judeu e do seu monopólio dos meios de comunicação. Os judeus foram transformados no bode expiatório e culpados de todos os males pelos quais atravessava a Alemanha, fazendo com que sua eliminação se tornasse um imperativo de Estado.

Muitos ignoram que os campos de extermínio não estavam na Alemanha, mas na Europa do leste. Isso visava poupar os alemães do “trabalho sujo” e permitia aos poloneses, ucranianos e lituanos, acérrimos antissemitas de longa data, colaborar ativamente com o ideal nazista de aniquilação total dos judeus.

Nas cidades polonesas de Jedwabne, Radzilow, Wasosz e Stawinski, por exemplo, os moradores assassinaram milhares de judeus, sem nenhuma imposição dos alemães. Se algum episódio exemplifica o enraizado anti-semitismo polonês, ele é a matança de judeus depois de finalizada a guerra. O pogrom de Kielce (1946), um entre muitos, permanecerá na história polonesa como um dos maiores atos de covardia coletiva, no qual 42 sobreviventes do Holocausto foram assassinados pelos vizinhos. Por quê? Medo destes de ter de devolver, a seus donos judeus, as casas que haviam ocupado ilegalmente.

*Marta Franscisca Topel – Antropóloga e pesquisadora do Programa de Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaicas da Universidade de São Paulo (USP)

Livro sobre os judeus e suas mentiras

 O teólogo alemão Bonhoff foi contra o antissemitismo e é o exemplo de cristão a ser imitado. Foi condenado e morto pelos nazistas. Não aprovo o que Lutero escreveu. É lamentável sua posição e opinião!

sábado, 19 de fevereiro de 2022

3 Mentiras Sobre Jacó que Sempre nos Contaram

*3 Mentiras Sobre Jacó Que Sempre nos Contaram* Vinicios Torres 4/02/2016 Toda história que lemos é grandemente influenciada pelo conhecimento prévio que temos acerca dela ou dos seus personagens. Conforme as características que conhecemos das personagens envolvidas interpretaremos suas intenções e reações. Por isso, uma das coisas que os amantes de cinema mais detestam são os famosos “spoilers”, aqueles comentários que revelam detalhes do filme ou o destino das personagens. Quando lemos uma história com uma ideia preconcebida podemos perder detalhes dela, ou interpretá-la erroneamente, principalmente quando o preconceito for negativo. Ele pode fazer com que fiquemos bloqueados para as palavras e intenções da personagem que perdeu nossa simpatia por causa do preconceito. Percebi isso nesta semana ao ser despertado por um comentário sobre a vida de Jacó, filho de Isaque e neto de Abraão. Nestes anos de vida cristã não tem como saber quantas vezes li a história de Jacó lá no Gênesis, nem quantas mensagens ouvi baseadas nele. Nunca esteve entre meus personagens favoritos, nem tinha nada em sua trajetória que me servisse de exemplo. Diferente de seu filho José, decididamente o personagem mais fascinante do Antigo Testamento, na minha opinião. Mas, hoje, confesso que descobri que tinha preconceitos para com ele. Preconceitos esses alimentados pelos comentários lidos e ouvidos a seu respeito que, depois de uma análise mais cuidadosa da história, se provaram equivocados. Vejamos então três ideias que se ouvem muito sobre Jacó e que influenciam a maneira como interpretamos a sua história, podendo nos fazer perder as riquezas que Deus quer nos passar através dela. *"1. Que o nome de Jacó significa “enganador”.* Quantas vezes você já ouviu isso? Eu ouvi a vida toda. Mas o significado do nome literalmente é “aquele que segura o calcanhar”, porque ele nasceu agarrado ao calcanhar do irmão que nasceu primeiro. O outro significado do nome é “suplantador”. Suplantador é aquele que toma o lugar de ou substitui a outro, seja pela incapacidade/inadequação do outro ou pela conquista do direito ao lugar. Uma boa comparação é o jogador de futebol reserva, ou suplente, que aguarda a oportunidade de substituir (ou suplantar) o titular e mostrar o seu jogo. Portanto, não há conotação negativa no nome de Jacó. Na verdade, o seu nome instigou-o a pensar que poderia ter participação nas bênçãos sobre as quais ouvia seu avô e seu pai falarem, que por costume da época eram reservadas ao primeiro filho nascido, o primogênito. *2. Que ele enganou seu irmão Esaú e roubou a sua primogenitura.* Esse conceito também é bastante difundido, e entra aqui o fator que a gente olha para um fato e analisa conforme a nossa escala de valores e não na escala de valores das personagens dentro do seu contexto histórico. Leia a história com cuidado e veja que, em nenhum momento, Jacó ludibria seu irmão. Esaú pediu a comida que ele havia feito e ele ofereceu um negócio. Esaú aceitou o negócio e, no momento, saiu satisfeito. Pense um pouco, eles moravam todos juntos, se Esaú se incomodasse com o negócio bastava ir conversar com a mãe e pedir comida a ela. Mas a Bíblia diz que Esaú “desprezou” (Gn 25.34) o seu direito de primogenitura, ou seja, ele não dava valor, não se importava. Posteriormente, ao revelar ao pai que havia negociado a primogenitura, Esaú desesperado e irado diz: “Não é com razão que se chama ele Jacó (suplantador)? Pois já duas vezes me “suplantou” (Gn 27.36). Algumas versões traduzem “duas vezes me enganou” mas a raiz da palavra traduzida como “enganou” é a mesma do nome Jacó, e a frase significa que Esaú reconheceu que Jacó o suplantou, conquistando o direito de tomar o seu lugar. E lembre-se, nesta frase, quem está falando é uma pessoa amargurada, explicando assim o tom negativo da tradução. *3. Que ele fugiu do irmão.* Esaú amargurou-se por ter sido “suplantado” pelo irmão. Se você pensar bem, é a reação natural de alguém que reconhece que cometeu um grande erro na vida. Pessoas amarguradas ficam remoendo seus erros e, conforme o seu temperamento, imaginando formas de vingança. Com Esaú foi assim e sua mãe ficou sabendo que ele andava falando que se vingaria. Rebeca, consciente que as bênçãos das promessas de Deus para Abraão e Isaque recairiam agora sobre Jacó, não quer que seu filho cometa o mesmo erro que Esaú já cometera de tomar mulheres de Canaã para esposas (Gn 26.35,35). É dela a ideia de convencer Isaque a liberar Jacó para buscar uma esposa entre os seus parentes. Isaque aprova a ideia e abençoa Jacó para esta empreitada. É verdade que Jacó sai sabendo que seu irmão está com raiva dele e, segundo a história, volta muitos anos depois ainda temente da amargura do irmão. Mas Jacó não saiu fugido, nem às pressas. Saiu com a bênção de seu pai para a empreitada e sabendo que um dia voltaria para tomar posse da herança da primogenitura que ele conquistara. Depois que você “ajusta as lentes” tirando as ideias preconcebidas, ao olhar o texto novamente uma nova história emerge. Algumas coisas que pareciam contraditórias, passam a se encaixar. Por exemplo, você entende como Deus podia falar com e abençoar Jacó. Antes, para mim, não fazia sentido isso acontecer com um cara ruim. Mas ruim, na verdade, era apenas o meu conceito dele.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Deus odeia a imoralidade sexual

Aqueles que amam também devem odiar. Aqueles que amam o que é bom, o que é benéfico, o que é honroso, devem odiar o que é mau, o que é prejudicial, o que é lamentável. Nós somos definidos tanto pelas coisas que amamos, quanto pelas coisas que detestamos. E o que é verdade para nós também é para Deus (ou melhor dizendo, o que em primeiro lugar é verdadeiro para Deus também é para nós). Para que Deus ame, Ele também deve odiar. A Bíblia nos fala de muitas coisas que Deus odeia. Às vezes, ela diz diretamente “Deus odeia isso”; outras, descreve tais coisas com palavras como “abominável” ou “detestável”. Quando colocamos tudo isso junto, encontramos cerca de oito grandes categorias de coisas que Deus odeia. Já vimos que Deus odeia idolatria. Hoje eu quero mostrar que Deus também odeia a imoralidade sexual. Deus odeia a imoralidade sexual Os seres humanos são seres sexuais. Nós somos muito mais do que isso, é claro, mas não somos menos. Nossa sexualidade é uma parte de quem somos, um bom presente de Deus para unir marido e mulher e expandir a raça humana. Como tudo o mais que temos, a nossa sexualidade é um dom que nos foi dado em confiança. Devemos nutri-lo fielmente, usando-o nos caminhos comandados por Deus, recusando seu uso de formas que Ele proíba. Deus estipula que o sexo deve existir somente no casamento de um homem com uma mulher e ainda estipula de que ele deve, de fato, acontecer no casamento (1 Coríntios 7.1-5). Assim como é pecaminoso ter relações sexuais fora do casamento, é pecaminoso não ter relações sexuais dentro do casamento. Deus ama quando os seres humanos usam o dom da sexualidade nos caminhos que Ele ordena, mas, em seguida, necessariamente odeia quando eles o abusam de outras maneiras. Especificamente, ele odeia os atos de homossexualidade e bestialidade (Levítico 18.22-23), assim como o transvestimento (Deuteronômio 22.5). Ele odeia ofertas provenientes de prostituição ou, neste caso, a prostituição no contexto ritualístico (Deuteronômio 23.18). Podemos aplicar isso a um contexto moderno, observando que o dinheiro gasto ou ganho ilicitamente desonra a Deus, mesmo quando dado a uma causa nobre. Deus também odeia o divórcio, a separação dos laços do casamento (Malaquias 2.14-16). Malaquias 2 é uma passagem complicada cuja tradução é contestada, mas podemos estar confiantes disso: o que pode estar opaco no Antigo Testamento, em que o divórcio era permitido, está absolutamente claro no Novo Testamento, em que o divórcio é proibido, exceto no caso de adultério (ver Marcos 10.1-12). Deus, sobretudo, odeia o divórcio quando o objeto é a exploração de outra pessoa, como em Deuteronômio 24:4, onde parece que a ênfase é em um marido que se casa para receber o dote de sua esposa, se divorciando, e depois se casando com ela uma segunda vez para receber um segundo dote. Para resumir: Deus odeia o pecado sexual, Ele odeia qualquer contaminação do dom da sexualidade, e Ele odeia qualquer desonra do casamento, o único contexto certo para a sexualidade. Por que Deus odeia a imoralidade sexual? Por que Deus odeia a imoralidade sexual? Porque de alguma forma o pecado sexual é mais grave do que outras formas de rebelião. Em 1 Coríntios 6.18, lemos essas palavras surpreendentes: “Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo.” Os estudiosos da Bíblia debatem o significado das palavras, mas isso é muito claro: o pecado sexual debocha da união física e espiritual presente no relacionamento sexual. Como a Bíblia de Estudo da Fé Reformada aponta, “no ensino de Paulo, a união física envolvida na imoralidade sexual tem consequências especiais porque interfere na nossa identidade cristã como pessoas que foram unidas a Cristo através do Espírito Santo.” Aqueles que estão unidos a Cristo não podem estar unidos a uma prostituta ou qualquer outra pessoa com a qual não estejam casados. O pecado sexual degrada e abusa do corpo que Deus utiliza como seu templo. “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” (1 Coríntios 6.19-20). É importante ressaltar a linguagem similar que Paulo usa para descrever a idolatria e a imoralidade sexual. Ambos são sinais de profunda rebelião contra Deus. Julgamento de Deus sobre os devassos Deus é perfeitamente claro em seu julgamento sobre a imoralidade sexual. Grande parte do primeiro capítulo de Romanos 1 é dedicado a provar que o julgamento de Deus cai sobre aqueles que cometem o pecado sexual e que, ao longo do tempo, caem mais e mais nesse erro. “Conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.” (Romanos 1.32). Na verdade, Paulo chega a afirmar que o aumento do pecado sexual é a própria forma de julgamento através da qual Deus deixa as pessoas mais perdidas em seus pecados. 1 Coríntios 6.9 insiste que nem os devassos, nem os homossexuais verão o céu, o que se repete em Gálatas 5.19-21, Efésios 5.5 e Apocalipse 22.15. O autor da carta aos Hebreus demanda, “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros.” (Hebreus 13.4). Aqueles que cometem imoralidade sexual enfrentarão o julgamento justo e eterno de Deus. Esperança para os imorais sexuais No entanto, há esperança, mesmo para os devassos. Em sua primeira carta a Timóteo, Paulo discute o propósito da lei de Deus e diz que a lei foi dada para “impuros, sodomitas, raptores de homens” (1.10). Deus provê para todos os pecadores! A lei foi dada graciosamente para expor seus pecados, seus desejos pelo pecado, e sua incapacidade de parar de pecar. Mas, é claro, a lei não era suficiente, então Paulo muda imediatamente da completude da lei para a bondade do evangelho, para o que ele se refere como “o evangelho da glória do Deus bendito”. O evangelho insiste que nenhum de nós está além da redenção, nenhum de nós está além da salvação, se nos voltarmos para Cristo e seu perdão. “Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1.15). Não há pecador inalcançável à sua graça. “Fugi da impureza”, diz Paulo (1 Coríntios 6.18). Devemos fugir desse pecado e, por meio do evangelho, nós podemos. Versículos-chave sobre a imoralidade sexual Se você gostaria de se envolver em algum estudo mais aprofundado, aqui estão os versículos-chave sobre o ódio de Deus à imoralidade sexual: Deus planejou o casamento e a sexualidade em torno do sexo masculino e do sexo feminino (Gênesis 2.24-25) Deus odeia os atos homossexuais (Levítico 18.22) Deus odeia atos sexuais entre humanos e animais (Levítico 18.23) Deus odeia o uso de roupas do sexo oposto (Deuteronômio 22.5) Deus odeia e não aceitará ofertas provenientes da prostituição (Deuteronômio 23.18) Deus odeia a exploração através do divórcio (Deuteronômio 24.4) Deus odeia o divórcio (Malaquias 2.14-16) Deus odeia a imoralidade sexual em todas as suas formas (Gálatas 5.19-21, Efésios 5:5, Apocalipse 22.15) Deus criou o corpo para a pureza e não para a imoralidade (1 Coríntios 6.13) Deus nos ordena a fugir da imoralidade sexual (1 Coríntios 6.18) Deus oferece o perdão para os devassos (1 Coríntios 6.9-11) Deus ordena a exclusividade da relação sexual dentro do casamento (Hebreus 13.4) Por: Tim Challies. © challies.com. Traduzido com permissão. Fonte: God Hates Sexual Immorality. Original: Deus odeia a imoralidade sexual. © Ministério Fiel. Website: MinisterioFiel.com.br. Todos os direitos reservados. Tim Challies é pastor da igreja Grace Fellowship, em Toronto, no Canadá, editor do site de resenhas Discerning Reader e cofundador da Cruciform Press. Casado com Aileen e pai de três filhos, ele também é blogueiro, web designer e autor de várias obras, como Faça Mais e Melhor, publicado pela Editora Fiel.

Versículos bíblicos sobre a soberania de Deus

Versículos bíblicos sobre a soberania de Deus Quando falamos sobre soberania de Deus temos que ter em mente o que significa essa palavra. Soberania é uma palavra que provém do latim “supremitas + potestas” e significa “poder supremo”, por isso que alguém que possui soberania não possui ninguém além dele, ou seja, não existe um poder acima do dele. E, assim, crê-se que por ele ser um ser com soberania conhece tudo o que possa vir a acontecer. O site significado.com defina soberania como a qualidade de algo ou alguém que é soberano, isto é, uma autoridade superior (com mais poder e domínio) em comparação aos demais. Numa soberania, o poder fica concentrado nas mãos de um único indivíduo, organização ou instituição. A soberania também pode se referir ao poder máximo que é dado a determinada pessoa ou entidade no que diz respeito a uma respectiva área ou assunto. Por exemplo, a soberania do tribunal de justiça pertence ao juiz, sendo ele quem tem o domínio e poder total em relação aos demais naquele espaço, no que tange os aspectos da lei. No âmbito religioso, a soberania de Deus representa o seu poder máximo e absoluto sobre todas as coisas existentes na Terra, de acordo com a maioria das crenças religiosas. Agora que vimos o que significa essa palavra podemos entender sua profundidade e a Bíblia nos relata que Deus é soberano, ELE é o próprio poder, pois temos que ter em mente que ele é o Poder e não apenas o possui, pois quem possui pode perder e Deus É…EU SOU O QUE SOU. Separamos alguns versículos que falar sobre a soberania de Deus 1 Crônicas 29:11 Tua é, Senhor, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, Senhor, o reino, e tu te exaltaste sobre todos como chefe. Jeremias 32:27 Eis que eu sou o Senhor, o Deus de toda a carne. Acaso, seria qualquer coisa maravilhosa demais para mim? Lucas 1:37 Porque para Deus nada é impossível. Apocalipse 1:8 Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso. Salmo 91:1-2 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei. Salmo 145:3 Grande é o Senhor e muito digno de louvor; e a sua grandeza, inescrutável. Jeremias 32:17 Ah! Senhor Jeová! Eis que tu fizeste os céus e a terra com o teu grande poder e com o teu braço estendido; não te é maravilhosa demais coisa alguma. 1 Crônicas 29:12 E riquezas e glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e dar força a tudo. Romanos 8:38-39 Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor! Romanos 1:20 Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder como a sua divindade, se entendem e claramente se veem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis. Salmo 24:1 Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam. Efésios 6:10 No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. 1 João 4:4 Filhinhos, sois de Deus e já os tendes vencido, porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo. 1 Timóteo 1:17 Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus seja honra e glória para todo o sempre. Amém! Daniel 2:22 Ele revela o profundo e o escondido e conhece o que está em trevas; e com ele mora a luz. 1 Samuel 2:7 O Senhor empobrece e enriquece; abaixa e também exalta. Ezequiel 34:26 E a elas e aos lugares ao redor do meu outeiro, eu porei por bênção; e farei descer a chuva a seu tempo; chuvas de bênção serão. Salmo 139:4 Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces. Marcos 14:36 E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres. Jó 1:12 E disse o Senhor a Satanás: Eis que tudo quanto tem está na tua mão; somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do Senhor. Hebreus 4:12 Pois a palavra de Deus é viva e poderosa e corta mais do que qualquer espada afiada dos dois lados. Ela vai até o lugar mais fundo da alma e do espírito, vai até o íntimo das pessoas e julga os desejos e pensamentos do coração delas. 1 Coríntios 6:14 Por seu poder, Deus ressuscitou o Senhor e também nos ressuscitará. 2 Coríntios 13:4 Pois, na verdade, foi crucificado em fraqueza, mas vive pelo poder de Deus. Da mesma forma, somos fracos nele, mas, pelo poder de Deus, viveremos com ele para servir a vocês. Efésios 6:10 Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. Filipenses 4:13 Tudo posso naquele que me fortalece. Mateus 19:26 Jesus olhou para eles e respondeu: “Para o homem é impossível, mas para Deus todas as coisas são possíveis”. Isaías 45:7 Eu formo a luz e crio as trevas, promovo a paz e causo a desgraça; eu, o Senhor, faço todas essas coisas. “ Isaías 26:4 Confiem para sempre no Senhor, pois o Senhor, somente o Senhor, é a Rocha eterna. Jeremias 10:12 Mas foi Deus quem fez a terra com o seu poder, firmou o mundo com a sua sabedoria e estendeu os céus com o seu entendimento. Jó 26:14 E isso tudo é apenas a borda das suas obras! Um suave sussurro é o que ouvimos dele. Mas quem poderá compreender o trovão do seu poder? “ Fonte: Universalidade da bíblia