sábado, 5 de julho de 2025
O Que Significa "Não Sou Digno De Desatar As Sandálias"?
A frase "Não sou digno de desatar as suas sandálias" é uma expressão de humildade e reconhecimento da própria indignidade diante de algo ou alguém superior, seja uma figura religiosa ou uma pessoa de grande importância. No contexto religioso, essa frase remete à tradição judaica de desatar as sandálias de convidados como um ato de serviço e reverência, e o reconhecimento de que a própria pessoa não é digna de tal serviço para com a figura em questão.
Essa frase é encontrada em passagens bíblicas, como em Lucas 3:16 e Marcos 1:7-8, onde João Batista se refere a Jesus dessa forma, demonstrando sua consciência de sua própria insignificância em comparação com a grandeza de Jesus. A ação de desatar as sandálias era um trabalho normalmente realizado por servos ou escravos, e João Batista estava reconhecendo que Jesus era muito superior a ele, a ponto de ele não ser digno de realizar tal tarefa.
A frase também pode ser usada em outros contextos para expressar um profundo sentimento de humildade e reverência diante de alguém considerado superior em virtude, sabedoria ou poder.
O que significa "não sou digno de desatar as sandálias"?
A frase "não sou digno de desatar as sandálias" é uma expressão de humildade e reconhecimento da superioridade de outra pessoa. No contexto bíblico, especialmente nas palavras de João Batista sobre Jesus, significa que a pessoa que a pronuncia se considera indigna de realizar a tarefa mais servil associada a alguém de grande importância.
Elaboração:
Contexto histórico e cultural:
Na época de João Batista, desatar as sandálias de alguém era uma tarefa realizada por servos ou escravos, um serviço considerado humilde e subserviente.
Expressão de inferioridade:
Ao afirmar que não era digno de desatar as sandálias de Jesus, João Batista estava reconhecendo a incomparável grandeza e autoridade de Jesus, colocando-se em uma posição de profunda humildade.
Reconhecimento da missão de Jesus:
A frase também pode ser interpretada como um reconhecimento de que a missão de Jesus era muito maior e mais importante do que a sua própria, e que ele, João Batista, não estava à altura de desempenhar o papel de Messias.
Humildade e respeito:
Em essência, a expressão demonstra um profundo respeito e reverência por Jesus, reconhecendo sua posição de mestre e salvador.
Portanto, a frase "não sou digno de desatar as sandálias" é uma poderosa demonstração de humildade e reconhecimento da superioridade de outra pessoa, com raízes no contexto cultural e religioso da época.
sábado, 28 de junho de 2025
OS DIREITOS HUMANOS
Os direitos humanos são direitos inerentes a todas as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, local de residência, sexo, origem étnica ou nacional, cor, religião, idioma ou qualquer outra condição. Eles incluem o direito à vida e à liberdade, à liberdade de opinião e expressão, ao trabalho e à educação, entre muitos outros. Os direitos humanos são universais, inalienáveis, interdependentes e inter-relacionados.
O que são direitos humanos?
Direitos humanos são aqueles direitos que pertencem a todas as pessoas pelo simples fato de serem seres humanos. Eles são universais, o que significa que se aplicam a todos, sem distinção, e são inalienáveis, o que significa que não podem ser retirados de ninguém, embora possam ser limitados em situações específicas. Os direitos humanos são inter-relacionados e interdependentes, o que significa que o respeito por alguns direitos depende do respeito por outros.
Tipos de direitos humanos
Existem diferentes categorias de direitos humanos, incluindo:
Direitos civis e políticos:
como o direito à vida, liberdade, segurança pessoal, liberdade de expressão, liberdade de religião e o direito a um julgamento justo.
Direitos sociais, econômicos e culturais:
como o direito à educação, saúde, trabalho, moradia, segurança social e participação na vida cultural.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948, é um marco na história dos direitos humanos. Ela estabelece os direitos humanos fundamentais a serem universalmente protegidos e foi traduzida para mais de 500 idiomas. A Declaração inspirou a adoção de muitos outros tratados e instrumentos de direitos humanos em nível global e regional.
Importância dos direitos humanos
Os direitos humanos são essenciais para garantir a dignidade e a integridade de todas as pessoas. Eles são a base para uma sociedade justa e equitativa, onde todos podem viver com segurança, liberdade e oportunidades. Os direitos humanos também são cruciais para garantir a participação democrática, o Estado de Direito e o desenvolvimento sustentável.
Desafios para a garantia dos direitos humanos
Apesar do reconhecimento e da proteção dos direitos humanos, existem muitos desafios para sua implementação efetiva. Estes incluem:
Conflitos armados e terrorismo, que causam mortes, ferimentos e deslocamentos.
Ameaças ambientais, como mudança climática, poluição e perda da natureza, que ameaçam o direito a um meio ambiente equilibrado.
Discriminação e desigualdade, que impedem o acesso igualitário a direitos e oportunidades.
Desrespeito aos direitos humanos por parte de Estados e outros atores não estatais.
Conclusão
Os direitos humanos são universais, inalienáveis e inter-relacionados, e são essenciais para garantir a dignidade e a cidadania de todas as pessoas. Apesar dos desafios, é crucial trabalhar para garantir que todos possam desfrutar plenamente de seus direitos humanos.
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM DAS NAÇÕES UNIDAS
Versão Simplificada
dos 30 Artigos da Declaração Universal dos Direitos do Homem foi criado especialmente para os jovens.
1. Todos Nascemos Livres e Iguais. Nascemos todos livres. Todos temos os nossos pensamentos e ideias. Deveríamos ser todos tratados da mesma maneira.
2. Não Discrimine. Estes direitos são de todos, independentemente das nossas diferenças.
3. O Direito à Vida. Todos temos o direito à vida, e a viver em liberdade e segurança.
4. Nenhuma Escravatura. Ninguém tem o direito de nos escravizar. Não podemos fazer de ninguém nosso escravo.
5. Nenhuma Tortura. Ninguém tem o direito de nos magoar ou de nos torturar.
6. Você Tem Direitos Onde Quer que Vá. Eu sou uma pessoa igual a si!
7. Somos Todos Iguais Perante a Lei. A lei é igual para todos. Deve tratar-nos com justiça.
8. Os Direitos Humanos são Protegidos por Lei. Todos podemos pedir ajuda da lei quando formos tratados com injustiça.
9. Nenhuma Detenção Injusta. Ninguém tem o direito de nos prender sem uma razão válida, de nos manter lá, ou de nos mandar embora do nosso país.
10. O Direito a Julgamento. Se formos julgados, o julgamento deve ser público. A pessoa que nos julga não deve ser influenciada por outras pessoas.
11. Estamos Sempre Inocentes até Prova em Contrário. Ninguém deveria ser acusado por fazer algo até que esteja provado. Quando as pessoas dizem que fizemos uma coisa errada temos o direito de provar que não é verdade.
12. O Direito à Privacidade. Ninguém deveria tentar ferir o nosso bom nome. Ninguém tem o direito de entrar na nossa casa, abrir as nossas cartas ou incomodar-nos ou à nossa família sem uma boa razão.
13. Liberdade para Locomover Todos temos o direito de ir aonde quisermos dentro do nosso próprio país e de viajar para onde quisermos.
14. O Direito de Procurar um Lugar Seguro para Viver. Se tivermos medo de ser maltratados no nosso país, temos o direito de fugir para outro país para estarmos seguros.
15. Direito a uma Nacionalidade. Todos temos o direito de pertencer a um país.
16. Casamento e Família. Todos os adultos têm o direito a casar e a terem uma família se quiserem. Os homens e as mulheres têm os mesmos direitos quando estão casados ou separados.
17. O Direito às Suas Próprias Coisas. Todos temos o direito a termos as nossas próprias coisas ou de as partilhar. Ninguém nos deveria tirar as nossas coisas sem uma boa razão.
18. Liberdade de Pensamento. Todos temos o direito de acreditar naquilo que queremos, a ter uma religião ou a mudar de religião se quisermos.
19. Liberdade de Expressão. Todos temos o direito de decidir por nós mesmos, de pensarmos o que quisermos, de dizer o que pensamos, e de partilhar as nossas ideias com outras pessoas.
20. O Direito de se Reunir Publicamente. Todos temos o direito de nos reunir com os nossos amigos e trabalhar em conjunto em paz para defender os nossos direitos. Ninguém nos pode forçar a juntar-mo-nos a um grupo se não o quisermos fazer.
21. O Direito à Democracia. Todos temos o direito de participar no governo do nosso país. Todos os adultos devem ter o direito de escolher os seus próprios líderes.
22. Segurança Social. Todos temos o direito a uma casa, medicamentos, educação, a dinheiro suficiente para viver e a assistência médica se estivermos velhos ou doentes.
23. Direitos do Trabalhador. Todos os adultos têm o direito a um emprego, a um salário justo pelo seu trabalho e a inscrever-se num sindicato.
24. O Direito à Diversão. Todos temos o direito a descansar do trabalho e a relaxar.
25. Comida e Abrigo para Todos. Todos temos o direito a ter uma boa vida. As mães, as crianças, os idosos, os desempregados ou os deficientes e todas as pessoas têm o direito a receber cuidados.
26. O Direito à Educação. A educação é um direito. A escola primária deveria ser gratuita. Devemos aprender coisas sobre as Nações Unidas e a conviver com os outros. Os nossos pais podem escolher o que devemos aprender.
27. Direitos de Autor. Os direitos de autor é uma lei especial que protege as criações artísticas e a escrita; os outros não podem fazer cópias sem autorização. Todos temos o direito à nossa forma de vida e a gozar as coisas boas que a arte, a ciência e o conhecimento trazem.
28. Um Mundo Justo e Livre. Deve existir ordem para que todos possamos gozar os direitos e as liberdades no nosso país e em todo o mundo.
29. Responsabilidade. Temos o dever para com as outras pessoas e devemos proteger os seus direitos e liberdades.
30. Ninguém Pode Tirar-lhe os seus Direitos Humanos.
DOMINIONISMO
Dominionismo, também conhecido como teologia do domínio, é um conjunto de ideologias políticas que visam submeter a esfera pública ao domínio de interpretações cristãs da lei bíblica. Ele postula que os cristãos devem buscar controle sobre diversos aspectos da sociedade, como família, educação, mídia, artes, negócios e governo, para reconstruir o mundo com base em valores cristãos.
Origem e Conceitos:
O dominionismo tem raízes em movimentos religiosos como o reconstrucionismo, que surgiu nos Estados Unidos na década de 1970, com o objetivo de estabelecer uma sociedade fundamentada em princípios cristãos conservadores.
Essa corrente teológica defende a ideia de que a igreja deve exercer influência em todas as áreas da vida, desde a política até a cultura, para preparar o mundo para a volta de Cristo.
O conceito central é a conquista dos "Sete Montes" (família, religião, educação, mídia, artes e entretenimento, negócios e governo), a fim de restaurar a ordem divina na sociedade.
Críticas:
O dominionismo é criticado por defender um projeto político teocrático, que pode levar à imposição de valores religiosos e à exclusão de outras expressões religiosas e culturais.
A ideia de tomar o poder para aplicar uma interpretação particular da lei bíblica é vista como uma ameaça à democracia e à liberdade religiosa.
No Brasil:
O dominionismo tem ganhado espaço no cenário político brasileiro, especialmente no contexto de igrejas neopentecostais, onde é visto como uma estratégia para influenciar decisões políticas e culturais.
A participação de figuras políticas, como Michelle Bolsonaro, é analisada sob a ótica do dominionismo, que busca ampliar o alcance do discurso conservador e religioso.
Em resumo, o dominionismo é um movimento religioso e político que busca a dominação cristã da sociedade através da influência em diversas áreas, o que gera controvérsias e críticas por sua natureza excludente e potencialmente autoritária.
sábado, 21 de junho de 2025
CINISMO
cinismo
substantivo masculino
1.
atitude ou caráter de pessoa que revela descaso pelas convenções sociais e pela moral vigente; impudência, desfaçatez, descaramento.
2.
FILOSOFIA
doutrina filosófica grega fundada por Antístenes de Atenas (444-365 a.C.), que prescrevia a felicidade de uma vida simples e natural através de um completo desprezo por comodidades, riquezas, apegos, convenções sociais e pudores, utilizando de forma polêmica a vida canina como modelo ideal e exemplo prático destas virtudes.
Cinismo, em seu sentido filosófico original, refere-se a uma escola de pensamento da Grécia Antiga que valorizava a vida natural e desprezava as convenções sociais, buscando a virtude através da simplicidade e da rejeição dos bens materiais e prazeres. No uso comum, "cinismo" refere-se a um comportamento ou atitude de descrença nas boas intenções dos outros, com uma visão negativa e cética do mundo, frequentemente expressa através de sarcasmo e ironia.
Origem e Filosofia:
A escola cínica, fundada por Antístenes em Atenas, tinha como ideal a vida simples e natural, repudiando o luxo e as convenções sociais.
Os cínicos eram conhecidos por seu comportamento excêntrico e desafiador, buscando a virtude através da autossuficiência e da rejeição das normas sociais.
Diógenes de Sinope, um dos mais famosos cínicos, vivia em um barril e defendia uma vida livre de convenções, utilizando uma atitude provocadora para criticar a sociedade.
Uso Comum:
O termo "cinismo" passou a ser usado para descrever uma atitude de desconfiança e descrença nas motivações alheias, com uma visão negativa do mundo e das pessoas.
Pessoas cínicas tendem a interpretar as ações dos outros de forma negativa, buscando falhas e interesses ocultos.
Essa postura pode se manifestar através de sarcasmo, ironia e uma atitude desdenhosa em relação às crenças e valores dos outros.
Em resumo, o cinismo pode ser entendido tanto como uma corrente filosófica que valorizava a vida simples e a rejeição das convenções sociais, quanto como um comportamento comum caracterizado pela descrença nas intenções alheias e uma visão negativa do mundo.
quinta-feira, 15 de maio de 2025
ÉTICA
ÉTICA
Por Valdenir Rodrigues
Um Apelo à Reflexão e à Responsabilidade
Nobres amigos leitores da nossa página semanal Editorial aqui no site oficial da nossa querida Rádio Asa Branca FM, os chamo a refletir!
No mundo atual, caracterizado pela tecnologia, globalização e rápidas mudanças sociais, a ética tornou-se um tema de crescente importância. A ética, em essência, é o estudo dos princípios morais que guiam nossas ações e decisões, sendo fundamental para uma convivência harmoniosa e um progresso sustentável na sociedade.
Ao buscarmos maior desenvolvimento econômico e tecnológico, frequentemente nos deparamos com dilemas éticos que não podem ser ignorados. É fácil cair na tentação de buscar benefícios próprios ou de alguns poucos, negligenciando as consequências para os outros ou para o meio ambiente. No entanto, a ética nos chama a considerar as implicações a longo prazo e a promover o bem-estar de todos os seres humanos, bem como o respeito pela natureza que nos cerca.
Nos negócios e na política, a ética se torna ainda mais crucial. A corrupção, o suborno e o abuso de poder têm minado a confiança nas instituições e gerado desigualdades injustas na distribuição de recursos. É necessário que os líderes se guiem por princípios éticos sólidos e se responsabilizem por suas ações, buscando sempre o bem comum e a justiça para todos.
Da mesma forma, no âmbito pessoal, a ética se reflete em nossas relações interpessoais. Respeitar os outros, praticar a empatia e mostrar compaixão são componentes fundamentais para construir uma sociedade mais coesa e humana. A ética nos lembra que cada indivíduo merece dignidade e respeito, independentemente de suas diferenças culturais, religiosas ou sociais.
Na era das redes sociais e da informação instantânea, também surge um desafio ético importante: a disseminação de notícias falsas e a propagação de ódio e desinformação. Aqui é onde cada indivíduo deve assumir a responsabilidade de verificar a veracidade das informações antes de compartilhá-las, e os meios de comunicação devem aderir a altos padrões éticos para oferecer uma visão equilibrada e precisa dos fatos.
Além disso, a ética também abrange nossa relação com o meio ambiente. A sobreexploração de recursos naturais e a contaminação irresponsável ameaçam a sustentabilidade do planeta e afetam as gerações futuras. Cada um de nós tem a responsabilidade de adotar práticas mais respeitosas com o meio ambiente e promover a conservação dos recursos naturais para garantir um futuro próspero para as próximas gerações.
Em resumo, a ética é uma bússola moral que nos guia na tomada de decisões e em nossas ações diárias. Desde o âmbito pessoal até o empresarial e político, a ética deve ser o alicerce sobre o qual construímos uma sociedade mais justa, compassiva e sustentável. A reflexão ética e a assunção de responsabilidade são essenciais para superar os desafios atuais e construir um futuro melhor para todos.
Não nos esqueçamos de que somos seres sociais e que nossa interação com os outros e com o mundo ao nosso redor é determinada por nossas escolhas éticas. Vamos aspirar a ser agentes de mudança positiva, promovendo a ética em cada ação e decisão que tomamos. Somente assim poderemos construir uma sociedade mais ética e um mundo melhor para todos.
segunda-feira, 21 de abril de 2025
INTERPRETAÇÃO ERRADA SOBRE O SER HUMANO DIVINIZADO
A PAZ DE DEUS!
SEGUNDO AS ESCRITURAS, TODA A NARRATIVA DA BÍBLIA SAGRADA, É A CRIAÇÃO E FORMAÇÃO DO SER HUMANO, REAFIRMANDO, MAIS UMA VEZ, A GRANDIOSIDADE E PODER DO NOSSO DEUS TODO PODEROSO, ESPECIALMENTE, NAS PASSAGENS BÍBLICAS DE GÊNESIS 1.26,27 E GÊNESIS 2.7!
SEGUNDO AS ESCRITURAS, A CARNE(NATUREZA CARNAL) E O ESPÍRITO(NATUREZA ESPIRITUAL) OPÕEM-SE UM AO OUTRO!!! GÁLATAS 5.16,17
OU SEJA, FORMAÇÃO DO SER HUMANO, SEGUNDO AS ESCRITURAS:
SER HUMANO : NATUREZA CARNAL + NATUREZA ESPIRITUAL
SER HUMANO : NATUREZA CARNAL(OBRAS DA CARNE) + NATUREZA ESPÍRITUAL(FRUTO DO ESPÍRITO)
SER HUMANO : NATUREZA CARNAL(SIMBOLIZADO PELO DIABO/ADVERSÁRIO/REINO DAS TREVAS) + NATUREZA ESPÍRITUAL(SIMBOLIZADO POR CRISTO/REINO DE DEUS/LUZ)
CONCLUSÃO :
1) QUANDO O SER HUMANO CRUCIFICA/MORTIFICA A CARNE, ELE(SER HUMANO) RESSUSCITA!!! PASSOU DA MORTE PARA A VIDA!!! É A PRÓPRIA RESSURREIÇÃO DE CRISTO!!! SIMBOLIZA A LIBERTAÇÃO DO EGITO(EGITO-SIMBOLIZADO PELA NATUREZA CARNAL)!!!!
RESSURREIÇÃO DE CRISTO : ANDAR EM ESPÍRITO! É NÃO ANDAR NAS OBRAS DA CARNE!
2) QUANDO O SER HUMANO CRUCIFICA/MORTIFICA O ESPÍRITO, ELE(SER HUMANO) MORRE!!! PASSOU DA VIDA PARA A MORTE!!! É A PRÓPRIA MORTE DE CRISTO!!! SIMBOLIZA A ESCRAVIDÃO DO EGITO(EGITO-SIMBOLIZADO PELA NATUREZA CARNAL)!!!
MORTE DE CRISTO : É ANDAR NAS OBRAS DA CARNE! É NÃO ANDAR EM ESPÍRITO!
QUANDO O SER HUMANO DESFAZ AS OBRAS DA CARNE, ELE VIVE CRISTO, VIVE A EXPRESSÃO DE 1JOÃO 3.8... "CRISTO SE MANIFESTOU PARA DESFAZER AS OBRAS DO DIABO!!
DIABO : É A NATUREZA CARNAL DO SER HUMANO/É O EGITO(OBRAS DA CARNE)
CRISTO : É A NATUREZA ESPÍRITUAL DO SER HUMANO(FRUTO DO ESPÍRITO)
GLÓRIA AO NOSSO DEUS TODO PODEROSO!!
UM TAL DE RICARDO COMENTANDO NO VÍDEO DO ANTÔNIO CARLOS COSTA.
sábado, 1 de março de 2025
CARNAVAL FESTA DAS ORGIAS E DO DIABO
O Carnaval tem origem na Antiguidade e foi trazido para o Brasil pelos portugueses durante a colonização.
Origem do Carnaval no mundo
Na Babilônia, as sacéias eram uma festa em que um prisioneiro assumia o papel de rei, vestindo-se como ele e dormindo com suas esposas.
As festas de origem greco-romana, como os bacanais, eram marcadas pela embriaguez e pela entrega dos prazeres da carne.
O carnaval de Veneza, um dos mais antigos, foi criado em 1094 por Vitale Falier, na Praça de São Marcos.
Origem do Carnaval no Brasil
O entrudo foi uma das primeiras manifestações carnavalescas no Brasil, trazida pelos portugueses entre os séculos XVI e XVII.
O entrudo era uma brincadeira popular em que as pessoas saíam às ruas sujando umas às outras com lama, urina, etc.
O entrudo foi proibido em 1841, mas continuou até meados do século XX.
A palavra Carnaval
A expressão popular "carne vale" significa "adeus à carne", significando o período de jejum que se aproxima.
A expressão italiana "carne levare" significa "remover a carne", uma vez que a carne é proibida durante a Quaresma.
"A história do Carnaval é relacionada principalmente com a Idade Média, mas remonta aos festivais realizados Idade Antiga. Apesar de ser uma tradicional festa popular realizada em diferentes locais do mundo, sendo, inclusive, a mais celebrada no Brasil, o Carnaval não é uma invenção brasileira. Apesar do forte secularismo presente no Carnaval, a festa é tradicionalmente ligada ao catolicismo, uma vez que sua celebração antecede a Quaresma.
A palavra Carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é “retirar a carne”. Esse sentido está relacionado ao jejum que deveria ser realizado durante a Quaresma e também ao controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de controlar os desejos dos fiéis."
Veja mais sobre "História do Carnaval" "Resumo sobre a história do Carnaval
A história do Carnaval é antiga.
O Carnaval tem forte ligação com o catolicismo, sendo entendido como uma festa cristã por ter relação direta com a Quaresma, criada no contexto da Idade Média.
Essa festividade também possui relações com festivais realizados na Idade Antiga. São exemplos desses festivais as Sacéias e a comemoração do ano novo na Mesopotâmia (Babilônia) e a Saturnália e a Lupercália (Roma).
As festividades da Idade Antiga eram marcadas principalmente pela subversão de papéis sociais.
A Igreja Católica buscou ressignificar as festividades pagãs, dando um senso cristão aos excessos cometidos durante esse período, que passou a acontecer antes da Quaresma.
A lógica que regia as festas da Antiguidade era a mesma para o Carnaval na Europa da Idade Média e da Idade Moderna: inversão total da ordem.
A história do Carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. O entrudo foi uma das primeiras manifestações carnavalescas brasileiras.
Origem do Carnaval
Alguns estudiosos entendem o Carnaval como uma festa cristã, pois sua origem, na forma como entendemos a" "festa atualmente, tem relação direta com o jejum quaresmal. Isso não impede que sejam traçadas as origens históricas que nos mostram a influência que o Carnaval sofreu de outras festas que existiam na Idade Antiga.
Na Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como Carnaval. As Sacéias eram uma celebração em que um prisioneiro assumia, durante alguns dias, a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.
Outro rito era realizado pelo rei no período próximo ao equinócio da primavera, um momento de comemoração do ano novo na Mesopotâmia. O ritual ocorria no templo de Marduk (um dos primeiros deuses mesopotâmicos), onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.
O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao Carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao seu deus. Possivelmente a subversão de papéis sociais no Carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e outras práticas semelhantes, é associável a essa tradição mesopotâmica.
A associação entre o Carnaval e as orgias pode ainda relacionar-se com as festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam eles dedicados ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcados pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.
Havia ainda, em Roma, a Saturnália e a Lupercália. A primeira ocorria no solstício de inverno, em dezembro, e a segunda, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias, com comidas, bebidas e danças. Os papéis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.
"
"Cristianismo(CATOLICISMO ROMANO) e Carnaval
As festas citadas eram, naturalmente, celebrações pagãs e eram extremamente populares. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos essas celebrações nas quais as pessoas entregavam-se aos prazeres mundanos. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.
A Igreja Católica, então, procurou ressignificá-las dando-lhes um senso mais cristão. Durante a Alta Idade Média, foi criada a Quaresma — período de 40 dias antes da Páscoa caracterizado pelo jejum. Tempos depois, as festividades realizadas pelo povo foram concentradas nesse período e nomeadas carnis levale.
A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa. Nesse momento, o Carnaval estendia-se durante várias semanas, entre o Natal e a Páscoa."
"Carnaval na Europa medieval e moderna"
"Durante os carnavais medievais, por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam às ruas e aos campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.
Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca."
"A lógica que regia as festas da Antiguidade era a mesma para o Carnaval na Europa da Idade Média e Moderna: o mundo de cabeça para baixo. Sendo assim, tratava-se de um período de inversão proposital da ordem, portanto, as restrições das vidas das pessoas eram abolidas, e os papéis que existiam naquela sociedade, invertidos.
A partir do século XVI, houve iniciativas de impor o controle sobre as festas carnavalescas no continente. Essa tentativa de silenciamento foi uma reação aos conflitos religiosos que atingiam a Europa naquele período, mas também pode ser explicada como forma de impor controle social. Outra explicação pode ser o conservadorismo vigente que buscava demonizar as festas populares."
"Carnaval no Brasil
A história do Carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma brincadeira de origem portuguesa que, na colônia, era praticada pelos escravos. Nela, as pessoas saíam às ruas sujando umas às outras jogando lama, urina etc. O entrudo foi proibido em 1841, mas continuou até meados do século XX.
Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos, e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil."
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