terça-feira, 29 de março de 2016

Decida se Fortalecer em Deus


Davi sentiu a proximidade e o cuidado de Deus tanto em tempos bons quanto difíceis, especialmente quando estava em grande perigo. No entanto, sua fé nem sempre era tão forte a ponto de o capacitar a suportar as dificuldades sem se sentir derrotado. Ocasionalmente, ele caía em desespero ao fugir do rei Saul: e não colocava sua confiança absoluta em Deus.

Davi disse certa vez que um dia ele iria morrer nas mãos de Saul, mesmo que Deus o tivesse ungido rei. Desanimado, ele e seus 600 seguidores fugiram para os filisteus, os inimigos do povo de Deus, e lá levou uma vida de engano e disfarce.

Então os amalequitas vieram e devastaram Ziclague, a cidade onde Davi e seus amigos se refugiavam. Suas famílias e seus bens foram todos levados embora. Os seguidores de Davi estavam tão amargurados que pensaram em apedrejá-lo.

Então Davi se fortaleceu no seu Deus (1 Samuel 30:6). O problema lhe fez perceber onde poderia encontrar ajuda real. E Deus lhe deu a coragem e a força para superar os amalequitas e recuperar tudo.

Alguém já foi consumido pelas circunstâncias difíceis e perdeu a fé? Será que tudo parece conspirar contra você, como se Deus tivesse lhe esquecido? Não jogue fora a sua confiança. Fortaleça-se em seu Deus. Lembre-se do que Ele tem feito por você. Leia Sua Palavra e sua alma será restaurada.

Nossas ações obstinadas nos causaram dificuldades? Então confessemo-nas à Ele. Também devemos confessar a fragilidade de nossa fé. Confie em Deus novamente, pois Ele irá lhe conceder novas forças.

Antes de Davi poder recuperar o que lhe havia sido tomado, ele se fortaleceu em Deus e buscou Sua face. Ao fazer isso, o homem segundo o coração de Deus (1 Samuel13:14) nos deixou um bom exemplo a ser seguido!

segunda-feira, 28 de março de 2016

#1001 A Biblia foi realmente inspirada por Deus?

A Bíblia é Confiável?

Amém


Amém

Leitura Bíblica: Hebreus 13.15-21

Quantas forem as promessas feitas por Deus, tantas têm em Cristo o “sim”. Por isso, por meio dele, o “Amém” é pronunciado por nós para a glória de Deus (2Co 1.20).

Você sabe por que terminamos nossas orações dizendo “amém”? Esta palavra não é apenas um adereço para que a nossa oração fique mais bonita. Ela é uma expressão de confiança: sabemos que Deus nos ouve e nos responderá conforme a sua vontade. Ele pode até nos dar muito mais do que pedimos (Ef 3.20). Esta confiança é vista no texto de hoje: após exortações aos leitores sobre como deveriam proceder, o escritor ora por eles pedindo que fossem aperfeiçoados para que fizessem a vontade divina e que Deus fosse glorificado, terminando com o conhecido “amém”.

O grande incentivo que temos para orar é saber que Deus responde ao que lhe pedimos (veja Lc 11.5-8). Devemos orar continuamente (1Ts 5.17 e Lc 18.1-8). Sempre podemos procurar Deus em oração, sabendo que ele realizará sua vontade. Nem sempre ele atenderá nossos pedidos, mas isso só demonstra o quanto ele nos ama e se importa conosco, não nos dando tudo o que queremos. Nem sempre o que buscamos é o melhor para nós!

É por confiarmos em Deus que terminamos as nossas orações repetindo a palavra “amém”. Ela significa “assim seja”, “com toda certeza”, “de fato”. Também indica que aceitamos o que outra pessoa está dizendo a Deus e concordamos com ela. Conforme o Catecismo de Heidelberg, “Amém quer dizer: é verdadeiro e certo. Pois Deus atende a minha oração com muito mais certeza que o desejo que eu sinto no coração de ser ouvido por ele”. Isaías 65.24 nos confirma esta verdade dizendo: “Antes de clamarem, eu responderei; ainda não estarão falando, e eu os ouvirei”. Ainda mais se aquilo que pedimos é uma promessa divina: todas, com certeza, serão cumpridas (veja o versículo em destaque). Quanto aos outros pedidos, tenhamos fé e esperemos que Deus nos dê a resposta que precisamos. Amém? – HSG
Que o “amém” ao final de sua oração seja sincero e demonstre sua confiança em Deus.

28 de março - Devocional Diário CHARLES SPURGEON #88

domingo, 27 de março de 2016

27 de março - Devocional Diário CHARLES SPURGEON #87

Deus, o próprio Deus o Ressuscitou!

A Jesus Nazareno... ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela

(Atos 2:22-24).

DEUS, O PRÓPRIO DEUS O RESSUSCITOU!
Deus ressuscitou a Cristo dentre os mortos! As Sagradas Escrituras testemunham este fato tão claramente quanto enfatizam meticulosamente em outro lugar que o próprio Senhor Jesus ressuscitou no poder de uma vida eterna (João 2:19; 10:18, Hebreus 7:16).

Este segundo aspecto está relacionado com Ele ser o Filho de Deus (Romanos 1:4), enquanto a primeira verdade salienta Sua perfeita humanidade. Pedro nesta passagem também fala aos judeus do Homem Cristo Jesus, o Homem a quem "tomando-o vós, o crucificastes e matastes pelas mãos de injustos" (v. 23).

Com essa morte vergonhosa por crucificação, as pessoas expressaram seu desprezo pelo Nazareno. Mas, através da ressurreição, Deus mostrou quanto O honrou. Não podia permitir que Seu Santo, que O glorificou em Sua vida e morte, conhecesse a corrupção como os seres humanos normais. Se Ele permitisse que homens sem lei matassem Seu filho, o Pai continuaria com toda a glória de Seu ser. No entanto, foi a glória do Pai que ressuscitou o Filho (Romanos 6:4).

A ressurreição do Senhor Jesus é, portanto, essencialmente uma distinção pessoal e um reconhecimento por Deus de Seu santo Servo que O serviu tão fielmente durante Sua vida, e cuja obediência não vacilou em face da vergonhosa morte na cruz. Isso mostra que na cruz do Calvário Jesus Cristo não somente satisfez plenamente as exigências de Deus sobre o pecado, mas também honrou o Pai de maneira incomparável.